quarta-feira, 27 de março de 2013

não há como meditar sobre o assunto... testes ou exames?... de francisco vieira sousa [fle]... no cm...!


nem na terminologia acertam... professores 'primários' são os mais afectados pela mobilidade... no expresso...!


é para acreditar?... governo alivia pressão sobre a função pública... no expresso...!


'cartaz'... do 'raquitismo' intelectual do ministro das finanças... de we have kaos in the garden...!


utilidades... simulador da dívida... via iniciativa para uma auditoria cidadã à dívida...!


para se 'entreter' com projecções... aqui.

leitura... [por via da 'encomenda' do estudo sobre os vencimentos no público e no privado] a desmistificação... de eugénio rosa...!




pode consultar o estudo da mercer... aqui.

terça-feira, 26 de março de 2013

rip... óscar lopes [por via de uma memória nas cartas ao director]... no público...!


e para terminar [por hoje]... porque não... pagar para trabalhar?... no público...!


opinião... limite mínimo de dignidade... de são josé almeida... no público...!


opinião.... economia do bem comum, modelo alternativo?... de frei bento domingues... no público...!


opinião... (d)o estado social 'paralelo'... de vasco pinto leite... no expresso...!


infografia... da arquitectura e dos prémios pritzker... via arch daily...!


e não será que já vamos tarde...?... a saída do euro... já...!... no i [de ontem]...!



para ler a notícia... aqui.

e lá voltam de novo ao ataque... novas mexidas na carga horária... no cm...!


o 'figurão da semana'... desaparecido em combate [depois de evolar-se lá pela estranja...!]... no público...!


frases soltas... no público...!


isto é 'catastrófico'... e não há ninguém que 'os tenha no sítio' para pôr cobro a isto?... agora já são 5,6 mil milhões... no i...!


divulgando... educação diferenciada... recebida por mensagem...!

Comunicado de Imprensa
                                                                                                                                                                               25/03/2013

Portugal recebe Congresso Internacional sobre Educação Diferenciada

EDUCAÇÃO DIFERENCIADA PODE SER SOLUÇÃO CONTRA ABANDONO ESCOLAR
O fracasso e o abandono escolar são uma realidade presente nas cidades portuguesas. Em 2011 saíram da escola sem o secundário completo, incluindo os que nunca o frequentaram 27,1% dos jovens portugueses. Aqui, a educação diferenciada pode surgir como uma opção de sucesso. Nos últimos anos, países por todo o mundo têm demonstrado um maior interesse por este modelo de organização escolar, que beneficia das caraterísticas individuais de cada aluno e onde as diferenças são respeitadas, com vantagens ao nível do desenvolvimento pessoal e académico.

Nos Estados Unidos experiências como as Urban Prep Charter atingiram níveis de sucesso muito próximos dos 100% quando transformaram escolas mistas, com elevados níveis de insucesso escolar, em escolas de educação diferenciada.
A educação diferenciada é um modelo escolar assente no princípio de que a educação deve ser personalizada em função dos diferentes ritmos de desenvolvimento a aprendizagem de rapazes e raparigas. Este modelo cria um ambiente com menor pressão social e reduz a influência de estereótipos sociais. Neste contexto educativo com estratégias que se adequam às caraterísticas de rapazes e raparigas, conseguem-se maiores níveis de motivação, desenvolvem-se novas competências e melhores resultados académicos.

Nos dias 19 e 20 de abril vai decorrer em Lisboa o IV Congresso Internacional de Educação Diferenciada, promovido pela EASSE – European Association of Single-Sex Education, cuja presidente em Portugal é Margarida Garcia dos Santos, administradora dos Colégios Fomento. A educação diferenciada como opção de vanguarda é o tema em debate para o IV congresso. O Congresso, que decorrerá no Campus de Campolide da Universidade Nova de Lisboa, pretende debater o sistema de educação diferenciada e as razões para esta diferenciação, com enfoque no desenvolvimento da personalidade de raparigas e de rapazes, na melhoria do processo de socialização e no aumento do rendimento académico.

COLÉGIOS FOMENTO
Fundados em 1978 por um conjunto de pais e educadores, os Colégios Fomento traduzem um projecto inovador, assente num modelo de educação personalizada e diferenciada. Intervindo directamente na orientação pessoal e profissional do aluno e contribuindo para o enriquecimento e diversificação da área educativa nacional, os Colégios Fomento promovem uma educação one to one de todos os seus educandos, de modo a que cada um alcance o máximo desenvolvimento possível em função das suas capacidades e aptidões. São quatro os Colégios Fomento: Colégio Mira Rio e Colégio Planalto (ambos em Lisboa), Colégio Horizonte (no Porto) e Colégio Cedros (em Gaia).

Informações:
Colégios Fomento – 21 754 15 00
Para mais informação:
Grupo Inforpress – 21 324 02 27 / 96 346 12 91
Liliana Batista – lbatista@inforpress.com
Joana Sousa – jsousa@inforpress.com

(dos) consumidores... reclame os seus direitos... via deco...!


segunda-feira, 25 de março de 2013

citando... honoré de balzac... no público...!


crónica [de descompressão...?]... (da) sala de estar no cinema... de vítor belanciano... no público 2...!


opinião... (do) acordo de londres, uma verdade inconveniente... de vários subscritores... no público...!


crónica... temos de pensar o fim dos partidos políticos... de josé tolentino mendonça... no expresso revista...!


crónica... (d)o estertor do partidarismo... de rui tavares... no público...!


cartoon... da banalidade política da oposição... do quiosque... no cm...!


cartoon... [e bem a propósito] é triste a nossa sina... é fado...!... de luís afonso... no público...!


(da) notícia respectiva... no dn...!


e... porque esta nos diz [infelizmente] mais directamente respeito... no cm...!


já não bastava estarmos entregues à corja de 'iluminados' que nos (des)governam... ainda temos de aturar outros [com responsabilidades (globais) acrescidas] 'estrangeirados'... no oje...!


a nova 'cenoura'... das rescisões [amigáveis...?] na função pública... no cm e diário económico...!







leitura [da educação]... funding of education in europe 'the impact of the economic crisis'... report... via eurydice...!


domingo, 24 de março de 2013

ia-me esquecendo... o doodle... de rafael bordalo pinheiro [21 março]... via google...!


(des)acordo ortográfico [naturalmente contra]... de uma notícia... “cidadãos da língua portuguesa” sentem-se assaltados pelo acordo ortográfico... no público...!

"Escritores, jornalistas, professores e alunos reuniram-se na quarta-feira para debater o Acordo Ortográfico, no fórum "Onde Pára e Para Onde Vai a Língua Portuguesa?", Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. João Bosco Mota Amaral, Miguel Sousa Tavares, Nuno Pacheco e Maria Alzira Seixo pronunciaram-se contra o diploma, na qualidade de “cidadãos da língua portuguesa” - palavras de Miguel Sousa Tavares.

“Não sou linguista, gramático nem especialista, sou um simples utilizador da língua, que se sente assaltado como os cipriotas, que têm dinheiro nos bancos, se sentem neste momento”, revelou durante a sessão. Definiu como “surreal” a encruzilhada que se vive neste momento. “Neste momento, há três dialectos oficiais de português: o que se fala no Brasil, o que se fala em Moçambique, Angola e outros PALOP, que é o nosso antigo; e há o nosso acordo, que só nós aplicamos. Sendo que queríamos unificar, ficámos sozinhos num suposto texto unificador da língua portuguesa”, afirmou.

“Um dos argumentos iniciais era: ‘a língua tem de ser uma coisa de todos’. Mas a língua já é uma coisa de todos, uns escrevem melhor, outros pior, uns são escritores, outros quase analfabetos. A sociedade sempre conseguiu viver com isto, da mesma forma como consegue viver com as diferenças que existem entre cada país”, disse Nuno Pacheco, Vice-Director do PÚBLICO. “Desde a República, que não existe uma coincidência entre a forma como o Brasil e Portugal escrevem. A própria estrutura frásica é diferente e não é um acordo ortográfico que vai resolver isso. Temos de entender que essas diferenças são óptimas”, continuou.

Partilhando da mesma indignação, o deputado João Bosco Mota Amaral foi apanhado de surpresa quando o seu computador na Assembleia da República passou a “assinalar como erro o modo de escrever aprendido há muitas décadas”.

Sousa Tavares confessou que quando tomou conhecimento do acordo ortográfico, em 1991, chegou à conclusão, “não tão irónica quanto isso”, de que a origem deste documento estava num conjunto de “cabeças pensantes, mas pouco activas, da Academia de Ciências, que para arranjar financiamento para viagens ao Brasil”, deram como “pretexto” o acordo ortográfico.

Pelo contrário, Maria Alzira Seixo aponta uma “origem universitária e não partidária” ao documento. “Vi nascer este acordo nos corredores da faculdade nos anos 1980, pelas mãos dos meus colegas Fernando Cristóvão e João Malaca Casteleiro”.

“Vínculo amoroso à palavra”

João Pedro Serra, professor de estudos clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, não esconde o afecto que o liga à língua materna e procura transmitir aos seus alunos esse “vínculo amoroso à palavra”. Condena este acordo que conduz ao “obscurecimento da palavra” e “transforma numa convenção, aquilo que deveria ser luminoso”.

Para este teórico e amante da palavra, a luta em que participa, mais do que colectiva, é pessoal. “Não gosto que me mexam nas contas do banco mas ainda menos gosto que me mexam naquilo que me tece a alma”.

Jorge Buescu, matemático, disse que a sua presença no encontro se devia à mãe, Maria Leonor Buescu, professora universitária e opositora do acordo desde o início. Tendo recebido como herança essa ligação com a língua portuguesa, revela que “escrever assim é uma dor de alma”. “Se for preciso vou dar erros de ortografia pela primeira vez”, continua.
Maria Alzira Seixo, escritora e professora na Faculdade de Letras, recorre à metáfora do corpo para explicar a importância da língua. “Há duas coisas fundamentais para o corpo se exprimir: respirar e comunicar”. “A ortografia funciona como a pele para o corpo e se esfaquearmos a nossa pele todo o corpo sofre”. Para a autora, a identidade da língua depende “do lugar onde se está” e da “herança cultural” de cada país. Daí que considere que escrever e “falar o português de formas diferentes em Portugal e no Brasil seja uma coisa perfeitamente natural”. Explica que a evolução natural de uma língua não é imposta por um “diploma”, é feita pelos seus utilizadores. “Somos nós a falar que modificamos certas formas de expressão e as consagramos através do uso”.

Estratégias de luta

José Luís Porfírio, crítico de arte, revelou a estratégia que utiliza para contornar as normas do acordo ortográfico, aplicadas no semanário Expresso, onde escreve desde 1980. Perante a “traição do jornal”, decidiu fazer “uma coisa à portuguesa”, escrever “sem usar as palavras novas”. Exemplificou contando que num texto que escreveu esta semana, sobre o arquitecto João de Almeida, substituiu  “arquitecto” por “desenhador de casas”. Deixou, no fim da sua intervenção, uma mensagem: “O crítico é um ‘espetador’ com espeto afiado, que vai buscar ao seu estoque a matéria para a espetada final. E o que eu desejo a todos é que a espetada final não seja na língua portuguesa, seja no acordo”.

Pedro Afonso, estudante do Instituto Superior Técnico, representou, perante uma plateia repleta de jovens, o movimento estudantil “Desacordo Técnico”, com o qual procura “consciencializar os colegas de que os objectivos do acordo não passam de um canto de sereia, que nunca será concretizado”. Enquanto estudante de engenharia, “habituado a comprovar os teoremas com provas empíricas” deduz, a partir da sua experiência, que o acordo ortográfico é “um objectivo quimérico e impossível” de aplicar.

Nas escolas do ensino secundário, a situação é de “caos linguístico”, revelou Ana Silva, professora na Escola Secundária da Amadora.  “Os alunos deparam-se com modelos opostos, em termos de escrita, desde a comunicação social aos manuais que utilizam. Neste momento, perderam a noção do erro”, explicou ao PÚBLICO a professora, que veio acompanhada de quatro alunos.

No final do debate, Maria Filomena Molder, uma das organizadoras do evento, fez o balanço daquela que considerou ser “uma sessão de esclarecimento constante” e elogiou a “capacidade de resistência” dos oradores perante a “estupidez instalada e a ignorância que neste momento grassa no nosso país”."

opinião... (d)a moda das avaliações estúpidas... de maria filomena mónica... no expresso...!


o comunicado de imprensa... os orçamentos da educação sob pressão nos estados membros... via comissão eurpeia...!


(do) comunicado de imprensa... os orçamentos da educação sob pressão nos estados membros... via comissão europeia [março]...!

"«As finanças nacionais atravessam um período difícil, mas precisamos de uma abordagem
coerente em matéria de investimento público na educação e formação, porque é aqui que
reside a chave do futuro dos nossos jovens e de uma retoma económica sustentável a
longo prazo. Se os Estados-Membros não investirem suficientemente na modernização da
educação e das competências, ficaremos aquém dos nossos concorrentes mundiais e será
mais difícil combater o desemprego juvenil» declarou Androulla Vassiliou, Comissária
Europeia responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude."



crónica... [vamos radicalizar a coisa] abolição das ppp... de paulo morais... no cm...!


cartoon... (da) dívida portuguesa... de rodrigo... no expresso...!


por cascais... do comunicado do conselho de ministros [21 março]...!

"9. O Conselho de Ministros aprovou, sob proposta da Câmara Municipal de Cascais, e do respectivo o Conselho de Fundadores um diploma que procede à extinção da Fundação Paula Rego, internalizando nas competências municipais o normal funcionamento do Museu Casas das Histórias Paula Rego.
O acordo do município com a artista Paula Rego para a exposição das obras mantêm-se inalterado, havendo tão só uma reconfiguração institucional da sua aplicação prática."

para ler o dito... aqui.

e... como não podia faltar... a respectiva 'sondagem'... no cm...!


por via do projecto de portaria [porcaria...!]... em discussão com os 'parceiros sociais' (?)... uma pergunta... 'trocar quilómetros por tempo de serviço é bom para os professores?'... no cm...!


títulos... a educação em destaque... no cm...!


este só funciona ao retardador...?... no cm...!


afinal a austeridade serviu (serve...?] para quê...? onde está o diferencial [o que é que representa o mesmo] entre os 23,8 mil milhões e os 6,6 mil milhões...? [eu não faço a mínima ideia... mas presumo que seja reflexo da... agiotagem...?]... no expresso economia...!








leitura [da educação e não só]... análise comparativa dos vencimentos no sector público e no sector privado... num estudo da... mercer [para o governo... uma encomenda, claro...!]...!

mercer 2013_relatório final_ análise comparativa das remunerações praticadas no sector público e no sector privado [22 fevereiro] -

sábado, 23 de março de 2013

citando [demasiado bem... a propósito das entradas de hoje]... thomas fuller... no público...!



opinião...(d)a mentira como única arma política?... de paulo guinote... no público...!


crónica [para descomprimir]... permitir o possível... de miguel esteves cardoso... no público...!


por via das duas entradas anteriores [da opinião de daniel sampaio]... uma carta à directora... 'existe indisciplina na sala de aula'... no público...!


crónica... de novo a indisciplina... de daniel sampaio... no público 2...!


crónica... (da) impotência das escolas... de daniel sampaio... no público 2...!


cartoon... inferno fiscal... de maia... no cm domingo...!


horrorizemo-nos [pois então]... de we have kaos in the garden...!


da 'virtualidade' da palavra...?... das sombras... citando nuno crato... no público...!