no expresso...
sábado, 28 de dezembro de 2013
divulgação... informações relativas aos exames nacionais e às provas finais - ano lectivo de 2013 - 2014... no gave...!
Ensino básico
1.º Ciclo
2.º Ciclo
3.º Ciclo
Ensino secundário
1.º Ciclo
Matemática - 42 [pdf]
Português - 41 [pdf]
2.º Ciclo
Matemática - 62 [pdf]
Português - 61 [pdf]
3.º Ciclo
Matemática - 92 [pdf] | A disponibilizar brevemente
Português - 91 [pdf] | A disponibilizar brevemente
Ensino Básico e Ensino Secundário
Português Língua Não Materna
63/93/739 (Nível A2) [pdf]
64/94/839 (nível B1) [pdf]
Ensino secundário
Línguas Estrangeiras
Alemão - 501 | Espanhol - 547 | Francês - 517 | Inglês - 550 | [pdf]
Biologia e Geologia - 702 [pdf]
Desenho A - 706 [pdf]
Economia A - 712 [pdf]
Filosofia - 714 [pdf]
Física e Química A - 715 [pdf]
Geografia A - 719 [pdf]
Geometria Descritiva A - 708 [pdf]
História A - 623 [pdf]
História B - 723 [pdf]
História da Cultura e das Artes - 724 [pdf]
Latim A - 732 [pdf]
Literatura Portuguesa - 734 [pdf]
Matemática A - 635 [pdf]
Matemática Aplicada às Ciências Sociais - 835 [pdf]
Matemática B - 735 [pdf]
Português (Deficiência auditiva severa ou profunda) - 239 [pdf]
Português - 639 [pdf]
aqui.
está na altura de deitar contas à vida... [função pública] cortes nos vencimentos para 2014...!
este simulador ajuda-o na coisa.... para ter uma ideia do novo vencimento em bruto.
no jornal de negócios... aqui.
no jornal de negócios... aqui.
e lá vamos à segunda volta... movimento de professores promove boicote à prova de avaliação... na tsf...!
"Os professores do movimento Boicote&Cerco, que hoje se reuniram em Coimbra, decidiram promover o boicote à segunda chamada da prova de avaliação de capacidades e conhecimentos de docentes e uma manifestação nacional.
«No dia da segunda chamada, iremos estar a promover o boicote e cerco, novamente por todo o país», disse hoje, ao final da tarde, à agência Lusa, André Pestana, após a reunião de professores do movimento.
A data para a realização da segunda chamada da prova não é conhecida, mas segundo disse o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, em entrevista à RTP, será em janeiro.
No encontro de hoje foi decidido realizar uma manifestação nacional não só de professores, alunos, pais e funcionários das escolas, mas também de «todos aqueles que defendem a escola pública, que está, de facto, a ser atacada por um ministro ao serviço dos colégios privados», disse André Pestana.
A manifestação ainda não tem data agendada, mas realizar-se-á em janeiro, revelou André Pestana, adiantando que os promotores pretendem que ela «marque a exigência, mais uma vez», do fim da PACC, e da «demissão deste ministro [da Educação], que não tem condições para continuar» no cargo.
Os institutos «politécnicos exigem a demissão de Nuno Crato», a Associação de Professores de Matemática «chama incompetente ao ministro» e «a própria Associação de Pais já disse que a prova em janeiro vai perturbar» o funcionamento do ano letivo, exemplificou André Pestana.
Os docentes do Boicote&Centro reivindicam ainda a devolução do dinheiro que pagaram pela inscrição na PACC.
«Há milhares de professores que pagaram e já deveriam ter recebido» esse valor «há muito tempo, mas continuam à espera», sustentou André Pestana, sublinhando que «o Estado é muito rápido e muito assertivo para exigir ao contribuinte», mas quando se trata de ser a administração pública a cumprir a sua uma atitude é completamente diversa.
O Boicote&Cerco apela a todos os professores para que não desistam da sua luta, que não terminará «enquanto não for garantido não só o fim da PACC, mas também outras questões», como as relacionadas com a vinculação dos docentes contratados, cuja situação «não respeita a lei geral do trabalho».
Na reunião de hoje, em Coimbra, participaram professores de Vila Real, Braga, Guimarães, Gaia, Porto, Santa Maria da Feira, Viseu, Leiria, Lisboa, Barreiro, Faro e Coimbra."
um país de ficção (?) em fim-de-semana... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
no cm...
no dn...
no expresso...
no expresso economia...
no i...
no jn...
no público...
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
ironias do destino [reformas na educação... vulgo germ, global education reform mouvement]... the invisibility of teachers... no the answer sheet...!
"It’s one of the great ironies of modern school reform that the very people who you would think should have some input into policy decisions — teachers — don’t. They are, for that purpose, invisible (though they someone wind up front and center when it comes time for reformers to find people to blame for troubled schools). P.L. Thomas, an associate professor of education at Furman University in South Carolina, writes in this post about the plight of teachers. Thomas edited the book “Becoming and Being a Teacher,” and wrote the book “Ignoring Poverty in the U.S.: The Corporate Takeover of Public Education.” This was published on his blog, the becoming radical.
By P.L. Thomas
...
Invisibility and hibernation represent well the education profession because educators are more and more rendered invisible and as a result have hibernated, literally in their rooms (shut the door and teach) and figuratively in their muted voices (teachers are to be objective, neutral, apolitical).While the main elements of the current education reform movement—expanding charter schools, implementing and testing Common Core (CC), Teach for America (TFA), value-added methods (VAM) of teacher evaluation, merit pay—have created a significant amount of political and public debate (debates that by their very nature lend credibility to all of these reform policies), absent from that debate has been an essential message about the field of education: All of these education reform policies suggest that no field of education even exists.
Two powerful and persistent responses from the new reform advocates when anyone (especially an educator) challenges their reform agendas include (a) teachers are against reform and want the status quo, and (b) while teachers are quick to criticize X reform policy, they never offer any solutions of their own.
These responses are not accurate (most educators are reformers at heart, and educators, thus, have many things to offer in terms of better reform agendas), but most of all they exist in a narrative that renders the entire field of education invisible.
Modern education as a field of study is over a century old. A great deal of consensus and enduring debates characterize teacher education, pedagogy, curriculum, teacher evaluation, and assessment—all rich and vibrant elements of the larger field of education, informed by decades of practitioners and educational researchers and well as theorists and philosophers."
para ler o artigo completo... siga a ligação abaixo...
para ler o artigo completo... siga a ligação abaixo...
nada de mais natural, convenhamos... seis em cada dez portugueses favoráveis ao trabalho a tempo parcial... no sol...!
"Seis em cada dez inquiridos num estudo promovido pela Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN) mostraram-se favoráveis ao trabalho a tempo parcial, um número que sobe para 92% no caso de famílias com três ou mais filhos.
A realização do estudo foi motivada pelo anúncio do Governo de querer instituir o trabalho a tempo parcial com compensação remuneratória, através de verbas comunitárias, explica a associação em comunicado.
Segundo o inquérito realizado pela Netsonda em todo o país, 61% dos inquiridos mostrou-se favorável ao trabalho a tempo parcial e 70% afirmaram que aderiam a esta medida.
Nas famílias com três ou mais filhos, 92% disseram concordar com esta medida e 88% disseram que aderiam ao trabalho a tempo parcial.
Por outro lado, 46% dos portugueses consideraria ter mais filhos, na sequência da aplicação desta medida.
A grande maioria dos inquiridos (88%) vê o trabalho a tempo parcial como um meio para um melhor exercício da maternidade ou paternidade, 85% consideram que aumenta a qualidade de vida e 63% pensam que aumenta a produtividade, com a melhoria dos níveis de motivação.
Dos inquiridos que disseram que aderiam a esta medida, 52% aceitaria uma redução no salário."
para continuar a ler esta notícia... siga a ligação abaixo...
'guerras' da (des)educação (?)... escolas superiores de educação respondem a crato e vão mostrar que não vendem “gato por lebre”... no público...!
"Dez dos 15 presidentes de institutos politécnicos do país compareceram nesta sexta-feira numa reunião na Escola Superior de Educação (ESE) de Coimbra, promovida pela Associação de Reflexão e Intervenção na Política Educativa das Escolas Superiores de Educação (ARIPESE). Objectivo: exigir formalmente ao ministro da Educação Nuno Crato um pedido de desculpa. E discutir acções para as próximas semanas.
Em causa estão ainda as declarações do ministro numa entrevista no dia 18, à RTP1. Crato afirmou que o sistema de formação de professores “tem várias falhas”. E que “há professores licenciados por universidades e há professores licenciados por escolas superiores de educação [do ensino politécnico] que têm características diferentes e critérios de exigência muito diferentes”. As declarações levaram o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) a pedir a demissão do ministro. E o ministério a emitir, por duas vezes, e por escrito, esclarecimentos, sublinhando que não discriminou ninguém e pedindo a colaboração de todos para melhorar a formação dos professores.
Na reunião desta sexta-feira, em Coimbra, promovida pela ARIPESE, ficou decidido que já em Janeiro serão lançadas uma série de acções para mostrar o que têm feito estes estabelecimentos “e a qualidade do que tem sido feito”, disse ao PÚBLICO Rui Matos, presidente da associação. Isto porque, sustenta Matos, há um desconhecimento do trabalho destas instituições.
A primeira acção consiste numa palestra, a realizar no dia 16, em cada escola do país. “Vamos explicar o que fazemos, desde 1979, e com que qualidade, com números e dados sobre os professores que formámos.” As ESE não desistem, de resto, de exigir um pedido de desculpa formal do governante. “O ministro não pode dizer o que disse e deixar a ideia, sobretudo aos pais dos alunos, que quando se escolhe uma ESE se está a comprar gato por lebre”.
A ARIPESE já tinha emitido um comunicado onde dizia que considerava “muito grave que o ministro que tutela o ensino superior não incentive globalmente o seu desenvolvimento, lance para a opinião pública a dúvida sobre a qualidade da formação que as instituições ministram, sem dados concretos que o sustentem”."
Na reunião desta sexta-feira, em Coimbra, promovida pela ARIPESE, ficou decidido que já em Janeiro serão lançadas uma série de acções para mostrar o que têm feito estes estabelecimentos “e a qualidade do que tem sido feito”, disse ao PÚBLICO Rui Matos, presidente da associação. Isto porque, sustenta Matos, há um desconhecimento do trabalho destas instituições.
A primeira acção consiste numa palestra, a realizar no dia 16, em cada escola do país. “Vamos explicar o que fazemos, desde 1979, e com que qualidade, com números e dados sobre os professores que formámos.” As ESE não desistem, de resto, de exigir um pedido de desculpa formal do governante. “O ministro não pode dizer o que disse e deixar a ideia, sobretudo aos pais dos alunos, que quando se escolhe uma ESE se está a comprar gato por lebre”.
A ARIPESE já tinha emitido um comunicado onde dizia que considerava “muito grave que o ministro que tutela o ensino superior não incentive globalmente o seu desenvolvimento, lance para a opinião pública a dúvida sobre a qualidade da formação que as instituições ministram, sem dados concretos que o sustentem”."
o país real (?)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
no cm...
no diário económico...
no dn...
no i...
no jn...
no jornal de negócios...
no mundo português...
n'o primeiro de janeiro...
no público...
no sol...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
coisas de reformas na educação (6) [lá pelos 'states']...an education reform warning for democrats... no the answer sheet...!
"If there is one area where there is bipartisan support in President Obama’s agenda, it is education reform. And that’s too bad. Here to explain the history of this — and why it is a problem — is Jeff Bryant, a marketing and communications consultant for nonprofits. Bryant is a marketing and creative strategist with nearly 30 years of experience – the past 20 on his own – as a freelance writer, consultant, and search engine marketing provider. He has also written extensively about public education policy. This post appeared on the Education Opportunity Network, a new online publication edited by Bryant.
By Jeff Bryant
It’s a conventional wisdom among Democrats to write off the state of Texas as a land of gun wielding troglodytes who genuflect to Rush Limbaugh and swill Fox News Kool-Aid. (Full disclosure: I was born and raised in the Lone Star State.)
But it may surprise most Democrats that the education policies that our current Democratic administration advances were, in a large part, invented in the oh-so awful red state of George W. Bush and Rick Perry.
The widespread idea that government operatives working in cubicles buried deep in the bowels of state capitals can monitor the “effectiveness” of schools in the hinterlands of the country was a scheme born and enacted first in a state known to be among the most oppressive in its treatment of people who Democrats like to refer to as “the least of these.”
But what happened this weekend in the Texas capital of Austin revealed a groundswell of resistance, from multiple political factions, against what has been heretofore defined as “education reform.”"
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
coisas de reformas na educação (5) [lá pelos 'states']...how public opinion about new pisa test scores is being manipulated... no the answer sheet...!
"This Tuesday, new reading, math and science results will be released from the Program for International Student Assessment, or PISA, given every three years to 15-year-old students in more than 65 countries and education systems by the Organization for Economic Cooperation and Development. The results are always big news — and the usual average U.S. scores are always cause for great cries of concern about what they mean for the future of the country’s economic health and national security. They don’t mean much, if anything, but that doesn’t stop people from saying they do.
The following hard-hitting post on the release of the PISA scores was written by Richard Rothstein, research associate at the Economic Policy Institute, a non-profit organization created to broaden the discussion about economic policy to include the interests of low- and middle-income workers, and Martin Carnoy, education professor at Stanford University’s Graduate School of Education. It explains what international test score results really mean and what they don’t mean, and also explains why the authors believe the U.S. Education Department is attempting not only only to inform the public about the results but “to manipulate public opinion.” This piece will appear on the EPI website.
This year a new Web site has been created just for PISA Day, called, of course, PISADay.org, where 10 organizations will host the official announcement of the PISA results and more. From the website:"
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
coisas de reformas na educação (4) [lá pelos 'states']...what if finland’s great teachers taught in u.s. schools?... no the answer sheet...!
"Finland’s Pasi Sahlberg is one of the world’s leading experts on school reform and the author of the best-selling “Finnish Lessons: What Can the World Learn About Educational Change in Finland?” In this piece he writes about whether the emphasis that American school reformers put on “teacher effectiveness” is really the best approach to improving student achievement.
He is director general of Finland’s Centre for International Mobility and Cooperation and has served the Finnish government in various positions and worked for the World Bank in Washington D.C. He has also been an adviser for numerous governments internationally about education policies and reforms, and is an adjunct professor of education at the University of Helsinki and University of Oulu.
By Pasi Sahlberg
Many governments are under political and economic pressure to turn around their school systems for higher rankings in the international league tables. Education reforms often promise quick fixes within one political term. Canada, South Korea, Singapore and Finland are commonly used models for the nations that hope to improve teaching and learning in their schools. In search of a silver bullet, reformers now turn their eyes on teachers, believing that if only they could attract “the best and the brightest” into the teaching profession, the quality of education would improve.
“Teacher effectiveness” is a commonly used term that refers to how much student performance on standardized tests is determined by the teacher. This concept hence applies only to those teachers who teach subjects on which students are tested. Teacher effectiveness plays a particular role in education policies of nations where alternative pathways exist to the teaching profession.
In the United States, for example, there are more than 1,500 different teacher-preparation programs. The range in quality is wide. In Singapore and Finland only one academically rigorous teacher education program is available for those who desire to become teachers. Likewise, neither Canada nor South Korea has fast-track options into teaching, such as Teach for America or Teach First in Europe. Teacher quality in high-performing countries is a result of careful quality control at entry into teaching rather than measuring teacher effectiveness in service."
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
coisas de reformas na educação (3) [lá pelos 'states']...arne duncan: ‘white suburban moms’ upset that common core shows their kids aren’t ‘brilliant'... no the answer sheet...!
"U.S. Education Secretary Arne Duncan told a group of state schools superintendents Friday that he found it “fascinating” that some of the opposition to the Common Core State Standards has come from “white suburban moms who — all of a sudden — their child isn’t as brilliant as they thought they were, and their school isn’t quite as good as they thought they were.”
Yes, he really said that. But he has said similar things before. What, exactly, is he talking about?
In his cheerleading for the controversial Common Core State Standards — which were approved by 45 states and the District of Columbia and are now being implemented across the country (though some states are reconsidering) — Duncan has repeatedly noted that the standards and the standardized testing that goes along with them are more difficult than students in most states have confronted.
The Common Core was designed to elevate teaching and learning. Supporters say it does that; critics say it doesn’t and that some of the standards, especially for young children, are not developmentally appropriate. Whichever side you fall on regarding the Core’s academic value, there is no question that their implementation in many areas has been miserable — so miserable that American Federation of Teachers President Randi Weingarten, a Core supporter, recently compared it to another particularly troubled rollout:"
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
coisas de reformas na educação (2) [lá pelos 'states']...principal: ‘i was naïve about common core’... no the answer sheet...!
"Here’s a powerful piece about how an award-winning principal went from being a Common Core supporter to an opponent. This was written by Carol Burris, principal of South Side High School in New York. She was named the 2010 New York State Outstanding Educator by the School Administrators Association of New York State. She is one of the co-authors of the principals’ letter against evaluating teachers by student test scores, which has been signed by 1,535 New York principals.
By Carol Burris
When I first read about the Common Core State Standards, I cheered. I believe that our schools should teach all students (except for those who have severe learning disabilities), the skills, habits and knowledge that they need to be successful in post secondary education. That doesn’t mean that every teenager must be prepared to enter Harvard, but it does mean that every young adult, with few exceptions, should at least be prepared to enter their local community college. That is how we give students a real choice."
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...
coisas de reformas na educação (1) [lá pelos 'states']...teacher’s resignation letter: ‘my profession … no longer exists’... no answer sheet....!
"Increasingly teachers are speaking out against school reforms that they believe are demeaning their profession, and some are simply quitting because they have had enough. Here is one resignation letter from a veteran teacher, Gerald J. Conti, a social studies teacher at Westhill High School in Syracuse,..."
para ler o resto do artigo... siga a ligação baixo...
para ler o resto do artigo... siga a ligação baixo...
(des)acordo ortográfico [naturalmente contra]... e vá-se lá perceber se a 'notícia' é, de facto, 'boa'... 'as leis do poder. aproveitadores e hipocrisias do natal'... no i...!
"O parlamento, adiou a votação de petições relativas ao Acordo Ortográfico, no passado dia 20 de Dezembro. Fez bem. Porque, conforme se vaticinou aquando da sua aprovação, na forma e conteúdo, cometeram-se erros. E hoje a sua aplicação no espaço lusófono é uma grande trapalhada. É um assunto que deve merecer o melhor das nossas atenções nos próximos meses. O curioso é ouvir altos dignitários do Estado português a dizerem que não sabem afinal o que é o Acordo Ortográfico…"
já gora... há algumas coisas comentadas sobre educação e o ministro 'crático'... siga a ligação abaixo...
o país real (?) em ressaca natalícia... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
no cm...
no diário económico...
no dn...
no i...
no jn...
no jornal de negócios...
no público...
não posso deixar de chamar à atenção para este 'reparo'... 'reforma inacabada'... no causa nossa...!
"No meio das apaixonadas discussões sobre a convergência dos dois
sistemas de pensões existentes entre nós, ninguém se parece aperceber de
que a raiz do problema está no tradicional dualismo do sistema de
segurança social -- que integra as pensões --, um regime para o sector
público, outro para o sector privado.
Ora, a Constituição é clara, logo desde 1976, em exigir um sistema de segurança social unificado
(art. 63º-1 da CRP), o que aliás é uma exigência do princípio da
igualdade.
Todavia, durante muito tempo nenhum Governo teve a coragem de
fazer convergir os dois sistemas de pensões (e não só) -- o que
implicaria a perda das vantagens do sector público (idade de aposentação
e fórmula de cálculo das pensões) --, sem que ninguém tivesse a coragem
de impugnar a situação junto do Tribunal Constitucional. E quando a
convergência foi finalmente encetada, só o foi com prolongados períodos
de transição quanto ao cálculo do valor das pensões no sector público e
sem nunca tocar no valor das pensões já atribuídas (em geral mais
elevadas no sector público), mantendo-se portanto a desigualdade de tratamento para situações idênticas.
Sob pressão da situação de emergência orçamental, o actual Governo
decidiu apressar a convergência da idade de aposentação e da fórmula de
cálculo das pensões. Mas quando pretendeu fazer convergir também o valor
das pensões em pagamento, afectando situações juridicamente
consolidadas (em princípio protegidas), esbarrou com o Tribunal
Constitucional.
Como é bom de ver, essa dimensão do dualismo do sistema de pensões só persiste hoje porque durante décadas se preferiu ignorar a Constituição.
Quase quatro décadas depois, a unificação do sistema de pensões
continua inacabada. Até agora, por falta de vontade política; agora, com
uma pequena ajuda do Tribunal Constitucional..."
de vital moreira...
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
o país real (?) em clima de festividade natalícia (!)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
no cm...
no dn...
no i...
no jn...
n'o primeiro de janeiro...
no público...
Subscrever:
Mensagens (Atom)















































