quinta-feira, 30 de julho de 2015

e, para fechar o dia... novidades da arquitectura... via boletim da oa...!


JORNAL ARQUITECTOS
Concurso para Redacção e Conselho Editorial


Destaque  


Concorra ao Programa Nacional de Bolsas de Investigação



A TUA CASA
Modernismo Crítico
Esta é a segunda ocupação da galeria da Ordem dos Arquitectos no contexto do programa A TUA CASA. Desta vez os arquitectos Ana de Bastos, Filipe Xavier Oliveira, Miguel Meirinhos, Nuno Freitas e Pedro Lopes trazem-nos uma exposição intitulada Modernismo Crítico, uma exposição composta por três momentos: Teoria, Prática e Politica.
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Trabalho desenvolvido pelo Provedor da Arquitectura


Notícias [+] Notícias


Recepção de Papers até 18.SET / Congresso a 30.NOV



Jornadas Europeias do Património
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Exposição "Território: Casa Comum"
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Reabilitação de
Construções
Congresso
Em 2015, Lisboa vai organizar um Congresso Internacional em Reabilitação de Construções, com a participação de especialistas vindos dos países de língua Portuguesa e Espanhola.
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51º ISOCARP
19-23.OUT
Congresso
O congresso ISOCARP2015 chega numa altura em que a urbanização global chegou a um ponto sem precedentes. Vozes de todas as esferas procuram aqui entender estas alterações complexas.
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pois bem, diz ele... temos pano para mangas...!

Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
 
 
Crise grega? Prisão de José Sócrates? Queda de um avião nos Alpes? Luta pela liderança do PS? Ataque ao Charlie Hebdo? O mais recente iPhone? Jorge Jesus no Sporting? Desenganem-se. O texto do Observador mais partilhado e mais discutido nas redes sociais nestes 14 meses de existência foi publicado no domingo passado e é uma entrevista com um professor universitário. O que fez o seu sucesso e suscitou tanta controvérsia? O tema abordado: o grau de liberdade que os pais devem dar aos seus filhos. Os riscos que devem permitir que corram. E até onde deve ir o seu instinto protetor.

“Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável”, uma entrevista de Rita Ferreira a Carlos Neto, professor da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, alguém que trabalha com crianças há mais de 40 anos, foi uma daquelas conversas que obrigam a pensar e repensar hábitos e comportamentos. Não a vou aqui fazer a sua síntese, pois merece ser lida de fio a pavio, apenas vos deixo dois pequenos aperitivos, duas frases retiradas da entrevista: “Os joelhos já não estão esfolados, mas a cabeça destas crianças já começa a estar esfolada, por não terem tempo nem condições para brincar livremente”; e “Brincar à luta é saudável. É um indicador de vida saudável das crianças. Como correr atrás de alguém, ou ser perseguido. Brincar é civilizar o corpo.” Há muito mais assim, desafiador. E, também, suficiente para me lembrar das vezes que “parti a cabeça”, como então se dizia, ou caí da bicicleta, ou da idade que tinha quando comecei a ir, em Lisboa, sozinho para a escola.

Talvez a época do ano permita a muitos pais estarem mais perto dos filhos, e ao mesmo tempo mais longe devido à extensão das férias escolares, mas calculo que esta altura seja boa para recordar alguns dos muitos trabalhos que, no Observador, fomos publicando nestes meses, sempre com enorme feedback por parte dos leitores. Assim poderá ler algum que lhe tenha escapado ou recordar argumentos e contra-argumentos. Eis um apanhado (pequeno) do que fomos fazendo com mais profundidade, em entrevistas ou em especiais:
 
“Os bons filhos são aqueles que nos trazem problemas”, uma entrevista de Ana Cristina Marques ao psicólogo Eduardo Sá onde ele avisa que "errar é aprender" e que as crianças não devem ser educadas para se tornarem "modelos normalizados"; 

“Não devemos ser escravos dos nossos filhos”, também uma entrevista, esta com o pediatra Mário Cordeiro, onde se discutiram temas relativos a como educar uma criança, da importância do amor ao papel dos castigos, passando pelo tempo que tanto pais como filhos devem reclamar para si. 

Quantas vezes por semana devemos dar banho aos filhos?, uma pergunta porventura surpreendente a que João Miguel Tavares procurou responder para chegar à conclusão que, na verdade, se há algumas divergências, o consenso vai no sentido de ser melhor dar banho todos os dias. Ou seja, quando um pai quer fugir a esse dever, “a argumentação não pode ser: “Querida, dar tantos banhos está a fazer mal ao bebé!” Terá antes de ser: “Querida, dar tantos banhos ao bebé está a fazer-me mal!”…
 
Vacinar ou não vacinar as crianças? Vale a pena perguntar?, o que na verdade nem devia valer a pena, como apuraram a Vera Novais e a Ana Cristina Marques, que foram ouvir os argumentos dos dois lados – sim, há um lado anti-vacinação – para concluírem, citando Mário Jorge Santos: “Um mundo sem vacinas, é um mundo aterrorizador para crianças e jovens”. (sobre este tema fizemos também um Explica-me, Vacinar para quê?)

Publica fotos dos seus filhos nas redes sociais? Talvez não devesse, um trabalho muito prático e oportuno, que expõe os riscos, discute a ética (onde acaba a privacidade dos nossos filhos?) e se dão alguns conselhos. 

Aos dois anos, a carne já não pode ser “chicha”, uma reportagem onde a Marlene Carriço nos diz que cada criança tem o seu ritmo, mas que o normal é as primeiras palavras surgirem por volta dos 12 meses. Sendo que os pais devem estimular o desenvolvimento e falar corretamente com os filhos desde muito cedo. 

“A palmada e o castigo são a lei do menor esforço”, em que a Ana Cristina Marques entrevistou Magda Gomes Dias, uma defensora daquilo a que chama “Parentalidade Positiva”. Ou seja, de novo um texto controverso, onde se defende que o bom caminho é argumentar com os filhos. 

Até quando devem os filhos dormir no quarto dos pais?, Não à mesada, sim à semanada! ou Até quando se deve amamentar? são mais alguns exemplos de textos com uma grande componente prática, realizados sempre com a ajuda de especialistas.
 
Finalmente, porventura num esforço para contribuirmos para uma maior natalidade, entrevistámos a terapeuta Constança Cordeiro Ferreira, “Estamos a exigir muito dos nossos bebés”, com dicas para ajudar os pais a compreenderem o recém-nascido que têm em casa, e tratámos temas mais incómodos, nomeadamente em Quando a maternidade não é assim tão cor-de-rosa, até porque, como se escrevia logo na entrada, “mães há muitas, sentido de humor nem por isso.”
 
Admito que, por esta altura, os leitores do Macroscópio já estejam um pouco cansados de tantas sugestões do Observador, o que não é regra neste espaço, como sabem. Ou então que nem todos sejam pais ou avós. Deixo-vos por isso mais algumas indicações de leitura, todas bem interessantes, profundas e em registos muito diferentes.

Começo por um texto da New York Review of Books que gostei particularmente de ler: What Is Wrong with the West’s Economies?, escrito por um Prémio Nobel da Economia, Edmund S. Phelps. O que gostei mais neste escrito foi a sua abordagem relativamente heterodoxa a um problema que aflige o mundo ocidental e que já aqui abordámos várias vezes. Phelps situa a chave do desenvolvimento na capacidade de inovação das sociedades e interroga-se porque falta ela em tantos países. Na sua opinião, um dos problemas está na forma como educamos os nossos filhos: ensinamos-lhes economia e gestão, engenharia ou medicina, mas não os ensinamos a serem criativos. E como é que poderíamos fazê-lo? Recorrendo, por exemplo, às Humanidades:

“It will also be essential that high schools and colleges expose students to the human values expressed in the masterpieces of Western literature, so that young people will want to seek economies offering imaginative and creative careers. Education systems must put students in touch with the humanities in order to fuel the human desire to conceive the new and perchance to achieve innovations. This reorientation of general education will have to be supported by a similar reorientation of economic education. We will all have to turn from the classical fixation on wealth accumulation and efficiency to a modern economics that places imagination and creativity at the center of economic life.”

Um bom contraponto a esta leitura, porque é uma visão bem mais optimista do futuro, é um outro trabalho que encontrei no Wall Street Journal: The Future of Work, Travel, Retirement and More. O que fez o jornal foi simples: pediu a especialistas que escrevessem sobre diferentes áreas, e eis algumas das suas indicações: How Single Millennials Will Change the Workplace; Why Employee Benefits Will Become Irrelevant; The Reactors That Will Revolutionize Nuclear Energy; Why Women’s Share of Wealth Will Grow; How the Internet of Things Will Transform Retirement; Five Ways the CFO Role Will Change; What Travel Could Be Like in the Future; The Secret to Not Letting a Machine Steal Your Job; The Many Ways Tech Will Revolutionize Financial Services; Why Future Oil Demand Could Be Very Low; Why I’m Pessimistic About the Future of Small Business ou A Letter From a Less-Hungry Future America. Eu sei que não há arte mais traiçoeira do que prever o futuro, pois até os visionários e os grandes inovadores se enganam (há pouco mais de 20 anos Bill Gates escreveu The Road Ahead onde defendia que o futuro pertenceria aos… CD Roms), mas é sempre interessante ler alguns textos que são, no mínimo, imaginativos, no máximo, certeiros.

A minha última sugestão de leitura de hoje é para uma investigação da New Yorker, que é também uma grande reportagem sobre a forma como El Chapo escapou da sua prisão no México. Em Underworld: How the Sinaloa drug cartel digs its tunnels ficamos quase com um doutoramento na arte de escavar túneis que cruzam fronteiras ou penetram bem até ao coração de prisões de alta segurança. É uma boa leitura para relaxar um pouco, mesmo sendo terrível a realidade que suporta estas redes, a do tráfico de droga. E digo isso porque nela se revela como o homem, mesmo o mais cruel e corrupto, pode ser inventivo para além de toda a nossa imaginação.

Espero ter-vos deixado sugestões suficientes por hoje, tenham ou não crianças por perto. Como sempre, descansem, leiam, e estejam de volta amanhã, que eu também estarei aqui de novo.

afinal... o mundo não acabou nem ontem nem hoje, mas amanhã não sabemos...?



no público...

a bem da saúde do doador (?)... comunicado do conselho de ministros... via portal do governo...!

2015-07-30 às 12:42

 

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 30 DE JULHO DE 2015

"...


2. O Conselho de Ministros aprovou o regime de proteção do dador de órgãos, de invalidez definitiva, independentemente do grau, ou internamento decorrente de complicações do processo de dádiva e colheita.

A dádiva e a colheita de órgãos em vida para fins de transplante é um procedimento comum, cuja seleção de dadores vivos obedece a regras rigorosas de avaliação. Existem, no entanto, riscos associados à dádiva e colheita de órgãos em vida, os quais justificam um regime de proteção do dador que permita, aos dadores vivos e às unidades de colheita e transplantação, dispor da garantia de que eventuais danos relacionados com a dádiva e colheita de um órgão são compensados.

Assim, entendeu-se que a forma mais adequada de assegurar a proteção do dador vivo é garantir-lhe um conjunto de prestações ou de internamento hospitalar decorrente de complicações do processo de dádiva e colheita, sem prejuízo das demais prestações a que tenha direito nos termos da legislação aplicável.

De igual modo, é criado o seguro de vida obrigatório do dador vivo de órgãos, seguro que os estabelecimentos hospitalares responsáveis pelas referidas prestações devem celebrar para garantia das mesmas."

arte mural [intervenção urbana]... peixes no cais próximo do terreiro do paço... de bordalo II...!



via observador...

o boneco do dia...



no cm domingo...

a actualidade do dia-a-dia, numa visão pessoal do jornalista...!

Bom dia, já leu o Expresso Curto Bom dia, este é o seu Expresso Curto
Valdemar Cruz
Por Valdemar Cruz
Jornalista
 
30 de Julho de 2015
 

Então Portugal pode ou deve mais? 


A dúvida não é metafísica, nem a interrogação despropositada. O "pode" adotado como mote pelo PSD/CDS e o "deve" sugerido por António Costa logo na primeira reação à apresentação do programa da coligação "Portugal á Frente", mais que estados de alma, assumem-se como dois verbos que conjugam muito do debate a travar nos próximos meses e até ás eleições legislativas.

É sintomático um dos títulos escolhidos pelo Expresso para dar algumas das primeiras notícias sobre as propostas dos partidos do Governo para os próximos quatro anos. Um programa sem novidades e orgulhoso disso, não obstante apresentar, ainda assim, uma versão adocicada do futuro radioso que nos aguarda.

O "Diário Económico" escolhe para título uma manifestação de intenções da coligação: recuperar a classe média perdida e, para isso, para lá das promessas, a que já chegaremos, "oferece 'moderação' contra o 'radicalismo' do PS".

O programa a quatro anos não deixa de ser surpreendente. É ótimo ver os partidos ou as pessoas mudarem de opinião. É fantástico perceber como PSD e CDS se preparam, por exemplo, para dar uma grande ênfase na componente social, área que tem sido das mais fustigadas pelas políticas até agora seguidas.

Claro que logo a seguir vem o "Diário de Notícias" assegurar que "A Coligação quer privatizar parte das receitas da Segurança Social". A isso reagiu António Costa nas televisões ao afirmar que "depois de privatizar tudo o que havia para privatizar, prometem agora um ataque com a privatização dos serviços públicos, a começar pela Segurança Social". A vontade enunciada por Passos Coelho de promover o reforço da "livre escolha" dentro do SNS é uma velha aspiração da direita portuguesa, sempre vista pela esquerda como um desejo cujas letras pequeninas, se lidas com atenção, dizem, só pode ter como desfecho a privatização da saúde, transformada em negócio. Esse será, seguramente, um dos temas em foco durante a batalha eleitoral.

Não é essa, de todo, a visão de "Avançar Portugal". Como diz o "Público", a coligação aposta no crescimento económico e no desenvolvimento social com incentivos à contratação de desempregados de longa duração com benefícios para os empregadores e para os empregados nestas circunstâncias. Acrescem os incentivos à natalidade, um Programa de desenvolvimento Social em substituição do Programa de Emergência Social, onde se demonstra uma vez mais a importância das palavras, a redução da pobreza e o combate às desigualdades sociais.

Nas medidas económicas temos o registo a vida é bela. Aponta-se para um crescimento médio de entre 2 e 3% nos próximos quatro anos; pretende-se atingir em 2015 um défice inferior a 3% do PIB; reduzir a dívida pública de 130 para 107% em 2019, assegurar a reposição salarial na Função Pública em pelo menos 20% ao ano, a iliminação progressiva da sobretaxa de IRS, a redução do IRC para 17% e, (hélás) tornar Portugal a longo prazo uma das 10 mais competitivas economias do mundo. A Cristina Figueiredo, que aqui no Expresso analisou todo este conjunto de propostas classificou-as como "claramente otimistas". Mas para sombras e xailes negros já tivemos quatro anos, não é?


OUTRAS NOTÍCIAS
O Jornal de Notícias dá conta de uma novidade relacionada com as carrtas de condução. A partir de 1 de junho de 2016 entra em vigor o novo sistema de cartas por pontos. As escolas de condução aguçaram o engenho e a troco de €35 vão permitir aos condutores recuperar pontos perdidos, evitando assim a apreensão da carta.

O calor, diz o Público, está a provocar o caos nas urgências hospitalares do Algarve. Os profissionais de saúde estão próximos da exaustão, segundo o aviso do presidente do Conselho Hospitalar do Algarve. Foi já ativado o plano de contingência destinado a combater os efeitos do calor, mas tem-se mostrado incapaz de dar uma resposta eficaz face às necessidades de muitos idosos desidratados. Por dia, a procura dos serviços de urgência tem superado as 900 pessoas.

O tema de capa da revista Exame não poderia vir mais a propósito. Num país onde se acentuam as desigualdades, ficamos a saber que o total combinado das 25 maiores fortunas portuguesas voltou a aumentar este ano. Dito de outro modo, os mais ricos, estão mais ricos. Congregam entre si €14,7 mil milhões, o que representa 8,5% do PIB. Se no geral, nada de novo, também nada de novo na frente. Américo Amorim continua a ser o mais rico de todos, seguido de alexandre Soares dos Santos e Belmiro de Azevedo.

Na banca, as águas continuam agitadas. Fernando Ulrich enterra projeto de fusão do BPI com o BCP, notícia o "Jornal de Negócios". O banqueiro retirou credibilidade ao falado projeto de fusão no dia em que se ficou a saber que Angola representou mais de 85% dos lucros consolidados do BPI.


Lá fora
A Grécia continua no topo das notícias com o jornal "Público", mas espanhol, a anunciar a hipótese de Alexis Tsipras convocar eleições após a conclusão das negociações do terceiro resgate, a ser negociado em Atenas por estes dias. O FMI, por sua vez, insiste que a dívida grega é insustentável e necessita de uma reestruturação substancial.

A propósito de um tema há longas semanas na agenda mediática vale a pena ler um trabalho intitulado "O que é que os gregos realmente pretendem?" de Yiannis Kitromilides, membro associado do Centro de Economia e Políticas Públicas da Universidade de Cambridge. Após criticar o simplismo vertido por muitos comentadores, segundo os quais os helénicos pretenderiam "chuva na eira e sol no nabal", Yiannis, ao debater a questão da hipotética incompatibilidade entre pretender permanecer no euro e querer aliviar a carga de austeridade, como o deixaram claro os gregos em sucessivas votações, defende que, "em princípio, estas exigências não são necessariamente incompatíveis. A austeridade é uma política imposta em economias endividadas da zona euro como forma de reduzir esse endividamento. A oposição à austeridade seria incompatível com a continuidade na zona euro apenas se a estratégia adotada fosse indiscutível e inquestionavelmente a única maneira de lidar com a crise. A estratégia da austeridade tem, no entanto, muitos críticos. Têm sido apresentados poderosos e convincentes argumentos teóricos e empíricos contra esta opção (…) que falhou nos seus objetivos, o primeiro dos quais seria a redução da dívida que, em primeiro lugar, provocou a crise".

Os museus italianos estão pela hora da morte. Degradados, sem norte, afetados pela falta de financiamento, precisam de medidas urgentes de revitalização. A Apollo, revista internacional de arte destaca a situação da "Galleria dell'Academia", em Veneza, cujas salas estão literalmente a cair aos pedaços.

Afinal Platini, presidente da UEFA, vai fazer o que já todos sabiam que ia fazer, mas ninguém ousava assegurar que faria. Será candidato à presidência da FIFA.

Ainda no futebol, um jovem português protagonizou o inenarrável ao ser apresentado como jogador do Jaén, clube da segunda divisão espanhola. Escolheu uma singular indumentária para a conferência de imprensa em que seria anunciado como reforço. E que tal, em Espanha, vestir uma "T-shirt" com o rosto de franco estampado? Nuno Silva teve necessidade de se explicar num comunicado. Alegou ignorância.

Estávamos todos iludidos. Afinal o sexo na publicidade não resulta tanto como se imaginava. Quem o diz é a Time, num artigo onde se assegura que investigações recentes demonstram que quando se utiliza cenas com carga erótica num anúncio, na verdade isso não está a ajudar as vendas, mas eventualmente a prejudicá-las. Hummmm... Será?


FRASES
"Nestes quatro anos mostramos que podemos defender o estado Social do socialismo". Pedro Passos Coelho na apresentação do programa da coligação "Portugal à Frente"

"Depois de privatizar tudo o que havia para privatizar, prometem agora (...) a privatização dosserviços públicos, a começar pela Segurança Social". António Costa em declarações às televisões

"Poderá haver esta ou aquela flor, mas essas valem tanto como as de há quatro anos". Jerónimo de Sousa na enrtrevista a Clara de Sousa na SIC


O QUE ANDO A LER E A OUVIR
Como posso descrever o que ando a ler e ouvir sem parecer possidónio? Tentarei explicar-me. Como bem dizia Ortega y Gasset (e vai mais uma citação), "o homem é o homem e as suas circunstâncias". Ora a minha circunstância passa pela constatação de que é raro, muito raro, andar de automóvel por sempre ter privilegiado os transportes públicos nas minhas deslocações. São centenas, porventura milhares de horas passadas a ler, no autocarro, comboio, ou no Metro, conforme as sucessivas residências que fui tendo. Isso permite-me ter várias leituras em simultâneo. Ou, como sou homem de muitas sonoridades, deixar espaço para apreciar as músicas do mundo.Esta semana tenho andado acompanhado por Melody Gardot. Vi-a pela primeira vez em Londres, há uns bons anitos, no Royal Festival Hall, onde regressa em novembro. Foi um mero acaso. Não conhecia aquela figura um tanto exótica, apoiada numa bengala, ainda em início de carreira, mas resolvi arriscar, num concerto em que dava também os primeiros passos o agora famoso Jose James. Fiquei rendido. Fui vê-la terça-feira à noite a Vigo. O concerto, a abarrotar de jazz, superou todas as minhas expectativas. Para quem vai do Porto, a cidade galega fica a menos de metade da distância de Cascais, onde Gardot atuou ontem à noite. Como possuo o que é já uma raridade e uma relíquia chamada "Ipod", tenho sempre à mão uma poderosa variedade de intérpretes, álbuns ou canções que me provam como o mundo musical é muito mais vasto do que o omnipresente universo anglo-saxónico. Nas duas últimas semanas, inspirado pelo Festival Músicas do Mundo, que terminou sábado em Sines, andei a ouvir, oriundos do Mali, Toumani & Sidiki Diabaté , os italianos do "Canzionere Grecanico Salentino", ou a argentina Soema Montenegro, entre outros.

Quanto a leituras, em casa aconchego-me com os livros mais pesados. Os de capa dura. Neste momento estou a deliciar-me com "The Golden Thread - The Story of Writing", de Ewan Clayton, um antigo monge beneditino, calígrafo e professor de desenho na Universidade de Sunderland, no nordeste de Inglaterra. Porque é que escrevemos e porque escrevemos como escrevemos? São algumas das questões colocadas nesta fascinante viagem pela história da escrita, desde o antigo Egito até os nosso dias, marcados pelas profundas transformações na relação com a escrita desencadeadas pelo advento do digital.

Recém convertido ao "Kindle", no Metro tenho lido uma muito divertida proposta de um autor argentino, Heberto Gamero Contín, intitulada "Minibiografias ilegales sobre escritores malditos". Em livro, livro mesmo, acabei recentemente de ler um muito pertinente trabalho de Maurizio Lazzarato intitulado "Gouverner par la dette". O título é desde logo todo um enunciado. O drama das dívidas soberanas e a questão da Grécia conferem enorme relevância a um livro que ousa pensar fora da caixa e no qual, em jeito de introdução, Lazzarato lá vai dizendo que a governação liberal exerce-se passando de crise em crise. "Mudando o nome, muda-se apenas o medo. A crise e o medo constituem o horizonte inultrapassável da governação capitalista neoliberal. Não sairemos da crise (…) simplesmente porque a crise é o modelo de governo do capitalismo contemporâneo". A este propósito, é muito curioso - talvez não mais do que isso - um texto publicado pelo Guardian intitulado "O Fim do capitalismo já começou". Calma. Não vai começar a tomada do palácio de inverno. É apenas uma reflexão sobre os caminhos seguidos nas últimas décadas pelo capitalismo com o autor a defender que, por força das inovações tecnológicas e de novas, embora ainda incipientes formas de organização emergentes em diferentes sociedades, já entramos numa era pós-capitalista.

Muito portáteis, as revistas são sempre uma boa leitura de reserva num transporte público. Estou a ler o número de verão da "Philosophie Magazine". O tema de capa centra-se numa oportuna interrogação para levar para férias: "Comment ne pas passer à côté de sa vie?". Lá dentro, uma história deliciosa a envolver um dos futuros fundadores do existencialismo: Jean-Paul Sartre. Um dia, era criança ainda, pediu autorização à mãe para ler "Madame Bovary", de Flaubert. A resposta vem com a habitual musicalidade contida na voz materna: "Mas se o meu querido lê este género de coisas na sua idade, o que fará quando for grande?". A réplica é demolidora: "Vivê-las-ei".

Pois vivamos, já que, como dizia Sócrates na "República" (e lá vai mais uma citação, a última) "devemos agarrar a melhor das vidas entre as vidas possíveis". Por esta altura, aquele leitor a quem nada escapa já estará a comentar a ausência de qualquer indicação de leitura em português. Eu tinha avisado. Havia a possibilidade de sair, não um cimbalino, mas um possidónio.

Para compensar, não consigo fechar sem partilhar um brilhante e ao mesmo tempo comovente documentário, premiado em vários festivais internacionais e intitulado "Unravel", realizado por Meghana Gupta. Todos os anos viajam da Europa e dos EUA para Panipat, uma cidade no norte da Índia, mais de 100 mil toneladas de peças de roupa descartadas pelos ocidentais para ali serem recicladas e transformadas em fio. O processo passa por várias fases durante as quais a realizadora retrata a abissal diferença de culturas plasmada nos testemunho de espanto de mulheres belíssimas que se revelam desconcertadas com o modo de vida de uma sociedade que rejeita aquele tipo de roupas. O que conhecem do Ocidente resulta sobretudo do que vêm no canal Discovery. Aquelas mulheres interrogam-se. Perguntam de onde vem tanta roupa. Porque se desfazem de peças tão boas. Em dado momento uma delas encontra o que lhe parece ser a explicação mais plausível: "talvez a água seja demasiado cara para lavarem as roupas" e por isso as deitam fora.

E pronto. Cimbalino tirado. Espero que tenham saboreado e lhes tenha parecido substancial. A realidade é um fluxo contínuo de notícias. No Expresso procuramos estar colados ao que acontece hora a hora, minuto a minuto. Ao longo do dia vá deitando os olhos à nossa ementa "on line" e a partir das 18h, já sabe, tem o Expresso Diário para lhe contar tudo o que de relevante se passou durante o dia. Ainda sabe onde guardou a chave de acesso para esta semana publicada na capa da Revista E? Amanhã mudaremos da versão cimbalino para a opção expresso, nem sempre muito curto, é certo. Para o servir cá estará Miguel Cadete.

informações [educação]... desenvolvimento sustentável e livros [manuais escolares]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 111 – 30/07/2015

 
Informações Gerais

ENCONTRO VERDE 2015: “Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de plantas e pessoas"
A Associação Nacional de Professores – Secção de Sousa e Tâmega, em articulação com as escolas da sua área de influência e autarquias, vai realizar nos dias 4 e 5 de setembro de 2015, no auditório da Casa da Portela, em Amarante, o Encontro Verde 2015 subordinado ao tema "Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de plantas e pessoas".

Este evento tem como principal finalidade proporcionar um espaço de discussão, reflexão e ressignificação de práticas docentes no domínio da educação ambiental.

O seminário apresenta duas modalidades de inscrição: sem créditos, direcionado para docentes de todos os níveis de ensino e áreas disciplinares que obterão apenas o certificado de presença; com créditos (formação contínua), dirigido a docentes do Pré-escolar (Grupo 100) e do Ensino Básico e Secundário (Grupos 110, 230, 510, 520 e 560), que obterão um certificado creditado de frequência de uma ação de formação de 15 horas.

As inscrições são limitadas e devem efetuar-se através da página da ANP.


LIVROS A RODAR
Como forma de reutilizar os materiais escolares de ano para ano, a Câmara de Benavente, em parceria com as Bibliotecas Municipais, criou esta campanha.

Até 31 de agosto, pode entregar os livros que o seu filho já não precisa na Biblioteca Municipal de Benavente ou na Biblioteca Odete e Carlos Gaspar ajudando, desta forma, alunos com poucos rendimentos. Ao entregar os livros usados nas Bibliotecas está a ajudar a criar uma grande bolsa de manuais escolares usados e a contribuir para a campanha “Livros a Rodar”.



nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

informações [educação]... livros [divulgação] e oriente islâmico... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 110 – 28/07/2015

Informações Gerais

Bibliobus - Casa dos Livros Fora de Portas
O projeto Bibliobus – Biblioteca Itinerante tem como missão a descentralização cultural ao divulgar o livro e promover a leitura, contribuindo para a formação integral e o bem-estar da comunidade e para o reforço do direito de todos ao acesso à Cultura.

De 13 de julho a 28 de agosto, durante 35 dias, o Bibliobus - Casa dos Livros Fora de Portas, veículo preparado conforme as exigências de uma verdadeira Biblioteca e dotado de recursos humanos e técnicos da Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, percorre as 25 freguesias do Município de Viseu, com a colaboração das respetivas Juntas de Freguesia, disponibilizando livros, filmes, revistas e jornais e proporcionando a leitura animada de histórias, através da “hora do conto” e outras atividades.


Pelos Caminhos do Oriente Islâmico...
O mundo islâmico cruzou fronteiras e contactou com culturas muito distintas entre si. A coleção Gulbenkian reúne várias obras que revelam esta diversidade: tapetes de seda e lã ricamente decorados, cerâmicas com representações geométricas, desenhos de plantas e animais, vidros coloridos, livros com ilustrações preciosas.

Pelos caminhos cruzaram-se hábitos da vida nómada com a vida palaciana das grandes cidades. Sobre esta diversidade construiu-se uma cultura cuja identidade visual associou os seus valores espirituais aos princípios fundadores da sua arte, tais como natureza, geometria, harmonia e unidade.

Esta atividade, levada a cabo pelo Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência - Descobrir, tem início no dia 31 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30.



nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

legislação [educação]... miscelânea... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 111 – 30/07/2015

Publicado em Diário da República

Despacho n.º 8285/2015 - Diário da República n.º 146/2015, Série II de 2015-07-29
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar
Subdelega competências na Diretora-Geral de Estatística da Educação e Ciência, Professora Doutora Luísa da Conceição dos Santos de Canto e Castro Loura.

Despacho n.º 8287/2015 - Diário da República n.º 146/2015, Série II de 2015-07-29, do Ministério da Educação e Ciência - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P.
Subdelegação de competências.

Despacho n.º 8288/2015 - Diário da República n.º 146/2015, Série II de 2015-07-29, do Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo EFOSAP - Centro de Formação Sindical e Aperfeiçoamento Profissional.

Portaria n.º 224-A/2015 - Diário da República n.º 146/2015, 1º Suplemento, Série I de 2015-07-29, dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência
Define e regulamenta o regime jurídico de concessão do apoio financeiro por parte do Estado no âmbito dos contratos de patrocínio, nos termos e para os efeitos previstos no Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo de nível não superior.

Despacho n.º 8357/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série II de 2015-07-30
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Reconhece, para efeitos do Estatuto dos Benefícios Fiscais, que a ESE - Ensino Superior Empresarial, Lda., entidade instituidora do ISAG - Instituto Superior de Administração e Gestão, prossegue atividades regulares consideradas de interesse educacional.

Despacho n.º 8358/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série II de 2015-07-30
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Reconhece, para efeitos do Estatuto dos Benefícios Fiscais, que a CODEPA - Centro de Orientação e Documentação de Ensino Particular, S.A., entidade instituidora do INP - Instituto Superior de Novas Profissões, prossegue atividades regulares consideradas de interesse educacional.

Despacho n.º 8359/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série II de 2015-07-30
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Reconhece, para efeitos do Estatuto dos Benefícios Fiscais, que a cooperativa ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada, C. R. L., entidade instituidora do ISPA - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida, prossegue atividades regulares consideradas de interesse educacional.

Despacho n.º 8360/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série II de 2015-07-30
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido por Cincork - Centro de Formação Profissional da Indústria de Cortiça.

Despacho n.º 8361/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série II de 2015-07-30
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo CINDOR - Centro de Formação Profissional da Indústria de Ourivesaria e Relojoaria.
Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinete da Secretária de Estado da Ciência
— Despacho – Despacho conjunto que reconhece a idoneidade da TECNIMEDE – Sociedade Técnico Medicinal, S.A., em matéria de investigação e desenvolvimento.

— Despacho – Despacho conjunto que reconhece a idoneidade da Orineo, em matéria de investigação e desenvolvimento.

— Despacho – Despacho conjunto que reconhece a idoneidade da CEB – Compta Emerging Business, S.A., em matéria de investigação e desenvolvimento.

— Despacho – Despacho conjunto que reconhece a idoneidade da BLUECLINICAL – Investigação e Desenvolvimento em Saúde, Lda., em matéria de investigação e desenvolvimento.

legislação [educação]... contratos municipais... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 110 – 28/07/2015

Publicado em Diário da República

Resolução do Conselho de Ministros n.º 54/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série I de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros
Aprova o Programa de Mobilidade Sustentável para a Administração Pública 2015-2020 - ECO.mob.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 55/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série I de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P., a realizar a despesa relativa à implementação da solução tecnológica de Gestão de Recursos Humanos em modo Partilhado nos órgãos e serviços do Ministério da Educação e Ciência.

Contrato n.º 549/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Águeda
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Águeda.

Contrato n.º 550/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Amadora
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Amadora.

Contrato n.º 551/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Batalha
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Batalha.

Contrato n.º 552/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Cascais
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Cascais.

Contrato n.º 553/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município do Crato
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município do Crato.

Contrato n.º 554/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Maia
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município da Maia.

Contrato n.º 555/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Matosinhos
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Matosinhos.

Contrato n.º 556/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Mealhada
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município da Mealhada.

Contrato n.º 557/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Óbidos
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Óbidos.

Contrato n.º 558/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oeiras
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oeiras.

Contrato n.º 559/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oliveira de Azeméis
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oliveira de Azeméis.

Contrato n.º 560/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oliveira do Bairro
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oliveira do Bairro.

Contrato n.º 561/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Sousel
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Sousel.

Contrato n.º 562/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Vila Nova de Famalicão
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Vila Nova de Famalicão.

Contrato n.º 563/2015 - Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28
, da Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Vila de Rei
Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Vila de Rei.
Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinetes dos Secretários de Estado Adjunto e do Orçamento e do Ensino Básico e Secundário
— Portaria – Define e regulamenta o regime jurídico de concessão do apoio financeiro por parte do Estado no âmbito dos contratos de patrocínio, nos termos e para os efeitos previstos no Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo de nível não superior, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro.
 

continuando o dia... confuso...?



no dn...

e no dn em linha...


Coligação quer privatizar parte das receitas da Segurança Social



"A poupança de 600 milhões de euros nos sistemas públicos de pensões associada às reformas já em pagamento ficou pelo caminho e não passou ao papel no programa eleitoral da coligação Portugal à Frente. Em contrapartida, PSD e CDS-PP acenam agora com um modelo que recupera a ideia do plafonamento das contribuições para as "gerações mais novas", o que resultará mais tarde, também na imposição de um valor máximo da futura pensão. A medida não está quantificada nem especifica quem são estes jovens.

A introdução de um limite máximo para as contribuições será de adesão voluntária, mas não resultará (ao contrário do que defende o PS) numa descida da taxa social única a cargo do trabalhador (que é de 11%). Ou seja, o trabalhador poderá vir a descontar menos porque será criado um limite máximo (não especificado) para as suas contribuições - obrigatoriamente canalizadas para o sistema público.

Cumprida esta obrigação, deve garantir-se "a liberdade de escolha entre o sistema público e sistemas mutualistas ou provados". Ou seja, o dinheiro deve ser usado em sistemas ou produtos que mais tarde complementem a pensão paga pelo Estado.

O plafonamento já tinha sido alinhavado no "Guião para a reforma do Estado" apresentado por Paulo Portas em outubro de 2013, mas nunca saiu do papel. Regressa agora no programa eleitoral.

A par deste plafonamento horizontal e voluntário, os partidos da coligação defendem que a reforma do sistema deve também passar pela criação de uma "caderneta de aforro" através da qual o trabalhador vai ficando a par da evolução e da valorização dos descontos que faz e percebendo se precisa ou não de tomar decisões de poupança para a reforma.

Na prática isto traduzir-se-á em em reformas de valor mais reduzido do que as que resultam das regras atualmente em vigor, uma vez que o cálculo passa a ter em conta o historial de descontos e não uma percentagem das remunerações.

Ao retirarem do discurso os cortes nas pensões já em pagamento, PSD e CDS-PP acabam por se aproximar de uma das bandeiras do PS - que sempre recusou o repto do atual governo para discutir uma reforma do sistema que afetasse os atuais pensionistas.

Eventuais aproximações acabam aqui. O modelo proposto pelos socialistas assenta numa descida gradual da taxa social única (TSU) a cargo do trabalhador até um valor máximo de quatro pontos percentuais a realizar até 2018, iniciando-se em 2019 uma reversão desta redução ao ritmo de 0,5 pontos por ano.

O objetivo passa por aumentar o rendimentos disponível dos trabalhadores, dinamizando o consumo e, indiretamente, a criação de emprego e a subida da receita fiscal. Esta medida proposta pelos socialista abrangerá também apenas os mais jovens, refletir-se-á no valor das pensões que virão a receber no futuro e será de aplicação obrigatória.

Em matéria de pensões, o programa da coligação Portugal à Frente defende ainda um aumento real das mínimas, sociais e rurais, o que significa uma atualização acima da inflação assim como a continuação do processo de convergência dos regimes da CGA com a Segurança Social - tal como o PS.

Prometem-se ainda medidas que promovam o envelhecimento ativo, através da revisão das regras de acumulação de rendimentos de trabalho com pensões. O regime atualmente em vigor determina que um reformado da Caixa Geral de Aposentações ou da Segurança Social veja o pagamento da sua pensão ser suspenso caso comece a trabalhar num serviço público. A isto junta-se ainda a intenção de desenvolver as reformas a tempo parcial e gradual e a criação de um mecanismo de majoração das futuras pensões das pessoas com filhos
."


leituras complementares:


Programa PSD/CDS-PP. Pensões com teto máximo, fim da sobretaxa de IRS e outros pontos



Programa da coligação Portugal À Frente (pdf)



Frente Comum diz que programa da coligação ameaça funções sociais do Estado

o roteiro da actualidade [capas e destaques]...

nota:
esta apresentação não corresponde a qualquer critério editorial ou hierarquia, logo não foi editada salvo no tipo de letra, e é a transcrição exacta da mensagem de comunicação [quando exista], tal como é recebida, exceptuando a informação das publicações desportivas.
acresce a edição pessoal de algumas capas, quando disponíveis e que não constam da respectiva mensagem ou estão desfasadas nas datas [estas não estão torneadas a negro como, normalmente, as da mensagem original].
via jornais do dia.




Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

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Antigo conselheiro de Sarkozy acusado de desviar dinheiro do Estado francês
Camião mata 12 peregrinos no México

Capa do Público Público

Karaoke com Amy Winehouse
Ó tempo volta pra trás
A (r)evolução cultural
O pós-guerra a olhar para o pré-guerra
Os cavaquinhos entraram no Guiness e já foram aceites na universidade
Cartas à Directora
Golpada e humilhação do PS em Coimbra

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

A memória já cá não mora, diz 'T-shirt'
Espanhol aventura-se a percorrer o Tejo a remar numa prancha de surf
Windows 10 está no mercado e as reações são positivas
Pereira Cristóvão mandou tirar soalho à procura de 4 milhões
Cerca de 150 pessoas juntam-se em Lisboa em solidariedade com ativistas angolanos detidos
Elevador para ver Lisboa da Ponte 25 de Abril? Projeto já foi aprovado
Almargem vai pedir que bandeira azul seja retirada da praia Dona Ana

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Oito pessoas da mesma família decapitadas no México
Asa de avião apareceu numa praia, Malásia vai analisar
Futebolista português vira "meme" em Espanha
Norte-americano bate recorde de salto com camião
Colisão faz uma vítima mortal
E você, ainda não recebeu um postal?
Carlos Mané renova até 2020

Capa do i i

Diário Económico Diário Económico

Coligação oferece “moderação” contra “radicalismo” do PS
Fidelidade compra Palácio Broggi em Milão
Ulrich não conta que fusão com o BCP venha a estar na agenda
Banco Postal poderá ser lançado em duas fases até ao início de 2016
Design e arquitectura com mundo Nini Andrade da Silva “A sorte dá muito trabalho”
A designer madeirense que também é pintora
Maior ‘free float’ torna Portucel mais atractiva para investidores internacionais

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

PCP diz que palavras de Passos e Portas "não são para ser levadas a sério"
Edite Estrela: "Os discursos de Portas e Passos são contos para crianças"
Facebook reporta receitas acima do esperado mas aumenta gastos
Ouro cai para preços de 2010. O que se segue?
António Costa: "Um programa eleitoral sem contas é um saco de palavras"
IRS e IRC são a principal ameaça à meta do défice
Reembolsos de IVA confundem contas

Capa do Oje Oje

UA na frente da investigação em grandes películas de LED orgânico e flexível
Dicas para Poupança Energética
Silly Season
O prazo de impugnação de despedimento com justa causa
O bom exemplo de Santana Lopes
Em viagem
Um dever humanitário


Capa do Destak Destak

Human Rights Watch insta David Cameron a condenar corrupção na Malásia
"O Pátio das Cantigas" estreia-se hoje e é a primeira de três homenagens aos clássicos
Kim Jong-un anuncia "preparativos para a guerra" com os EUA e Coreia do Sul
Memorando de Entendimento sobre Direitos de Autor e Conexos é assinado hoje
Avião da Cathay Pacific faz aterragem de emergência no Alasca (EUA)
Antigo conselheiro de Sarkozy acusado de desviar dinheiro do Estado francês
Camião mata 12 peregrinos no México


e, ainda, o diabo, o metro, a sábado, a visão e o avante...


 O Diabo   Metro - Lisboa    Sábado


Visão    Avante!