terça-feira, 2 de junho de 2015

o roteiro da actualidade [capas e destaques]...

nota:
esta apresentação não corresponde a qualquer critério editorial ou hierarquia, logo não foi editada salvo no tipo de letra, e é a transcrição exacta da mensagem de comunicação [quando exista], tal como é recebida, exceptuando a informação das publicações desportivas.
acresce a edição pessoal de algumas capas, quando disponíveis e que não constam da respectiva mensagem ou estão desfasadas nas datas [estas não estão torneadas a negro como, normalmente, as da mensagem original].
via jornais do dia.



Correio da Manhã Correio da Manhã

Risco muito alto de exposição à radiação ultravioleta
Mala de mão arrematada em leilão em Hong Kong por valor recorde de 222 mil dólares
Ouvidos barulhos no barco que naufragou
Barco com 458 pessoas naufraga na China
Cidade Proibida limita número de visitantes
Peça de teatro recorda rendição de 45 marinheiros alemães em Angeiras 70 anos depois
Ébola: Ajuda em risco na Guiné-Conacri

Capa do Público Público

Mãe, mãe, mãe
À mulher de César…
“O mais forte inimigo da humanidade”
Cartas à directora
A purga que tarda
Segredo e Justiça
A solução fácil: matar o mensageiro

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Consumidores em campanha para acabar com o "roaming"
Levar uma arma histórica para casa por apenas 30 euros
Cinemas de bairro de Lisboa agora são hotéis ou centros comerciais
Quando o amor é vivido a três... ou mais
Professores oferecem aulas antes dos exames
Verão ainda não começou e já há 30 detidos e 13 mil hectares ardidos
A chuva de animais existe mesmo.E há uma explicação científica

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Secretário-geral da FIFA ligado a transferência de 10 milhões para Jack Warner
Morreu ministro da Educação timorense Fernando Lasama de Araújo
Merkel e Hollande reunidos de emergência em Berlim para discutir a Grécia
Filipe Vieira e Jorge Jesus começam a negociar
Ronaldo de férias com amigos em Saint-Tropez
Ronaldo apanhado a urinar em rua de St. Tropez
Barco com 458 pessoas naufraga na China

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Merkel lidera cimeira de urgência em Berlim para evitar 'default' da Grécia
Secretário-geral da FIFA envolvido no escândalo
Anbang e Apollo na liderança para comprar Novo Banco
Londres apela a boicote aos Mundiais
Secretário de Estado vê acontecimentos na FIFA com preocupação
Benfica campeão na bolsa, Sporting leva a taça do mais lucrativo
Infraestruturas de Portugal admite cotar em bolsa

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Altice e Oi ultimam venda da dona do Meo
Warren Buffett errou ao comprar a NetJets?
Exploração laboral com impunidade generalizada na União Europeia
Grécia: Dirigentes europeus que se reuniram na segunda-feira à noite vão manter contacto estreito
Sector agrícola é o de maior risco de exploração laboral em Portugal, diz estudo da União Europeia
Os gregos estão no euro, a Grécia não
Fosun tenta repetir truque de tai chi que lhe deu a Fidelidade

Capa do Oje Oje


Capa do Destak Destak

Mala de mão arrematada em leilão em Hong Kong por valor recorde de 222 mil dólares
Cidade Proibida vai limitar número de visitantes diários a 80 mil
Peça de teatro recorda rendição de 45 marinheiros alemães em Angeiras 70 anos depois
Agitação civil na Guiné-Conacri coloca resposta em risco -- ONU
General do exército da Tailândia suspeito de envolvimento em tráfico humano
Governo timorense decreta três dias de luto oficial antes de funeral de Estado de Lasama
Resgatados 10 dos 458 passageiros após naufrágio no Yangtze


e, ainda, o metro...


Metro - Lisboa

a começar o dia... interessado e informativamente...!

à atenção dos professores [estatuto]... licença sem vencimento... via dgae...!

1Junho2015


Aplicação disponível de 1 de junho a 10 de julho.
 
De acordo com a alínea e) do n.º 1 do Despacho n.º 6681-A/2013, de 22 de maio, compete à DGEstE autorizar as licenças previstas nos artigos 105.º e 106.º do Estatuto da Carreira Docente, pelo que os pedidos de LICENÇA SEM VENCIMENTO POR UM ANO deverão ser apresentados junto da respetiva Direção de Serviços Regional. 

hoje é dia do 'c'... começo, consulta, contestação...!

De 2 a 4 de junho, os professores e educadores vão votar, escolhendo entre “sim” ou “não” à municipalização da Educação


Todos os docentes da educação pré-escolar ao ensino secundário poderão pronunciar-se sobre o processo de municipalização. Em 2.075 mesas de voto, durante 3 dias, os professores responderão à pergunta “Concorda com a municipalização da Educação?”, votando.

- As organizações subscritoras disponibilizam, nos seus sites, um dossiê de apoio e informação aos professores sobre a municipalização. Neste “pacote” de documentação, os docentes poderão obter informação importante para que participem nesta consulta nacional e façam a sua escolha, com conhecimento do que está verdadeiramente em causa.

As organizações da Plataforma Sindical denunciaram, desde a primeira hora, o absoluto secretismo em que MEC e algumas câmaras negociaram (e continuam a negociar) a delegação de competências nos municípios, boa parte das quais deverão continuar a pertencer ao MEC e muitas outras às escolas que as deverão desenvolver num quadro de efetiva autonomia.

Caso esta delegação de competências avançasse:
  • Colocaria em causa a autonomia dos professores e dos órgãos das escolas na gestão curricular;
  • Entregaria às autarquias o poder de gerir a mobilidade dos docentes entre escolas e mesmo o recrutamento de professores para uma componente local do currículo que representaria 25 % do total;
  • Retiraria às escolas a autonomia na constituição e gestão de turmas,  entre outros domínios;
  • “Premiaria” as câmaras que “poupassem” com pessoal e recursos físicos e materiais;
  • Permitiria uma ainda maior desresponsabilização do Estado pelo financiamento da educação pública;
  • Levaria a uma rápida e mais que previsível privatização de boa parte do sistema educativo.
A perceção de que estas medidas seriam muito contestadas pelos docentes em geral fez com que governo e autarcas procurassem esconder o que está em marcha dos professores e educadores.

Chegou agora a altura de os professores e os educadores se pronunciarem sobre esta medida, pela qual, através da sua futura generalização, o governo pretende impor uma verdadeira reconfiguração do sistema educativo, com prejuízos elevadíssimos para a Escola Pública.

Os dirigentes sindicais que exercem funções de coordenação das organizações que integram a Plataforma Sindical dos Professores votarão no dia 2 de junho nos seguintes locais:
- Mário Nogueira, FENPROF, sede do AE Rainha Santa Isabel, Coimbra (9 horas)
- Manuel Rolo, SPLIU, EB 2,3 da Pontinha
- Pedro Gil, SEPLEU, ES Fernando Lopes Graça, sede do Agrupamento de Escolas de Parede
- João Rios, SINDEP, Agrupamento de Escolas de Valbom, Gondomar
- Júlia Azevedo, SIPE,  Escola Secundária Rodrigues de Freitas, Porto (10.30h)



As organizações sindicais
1/06/2015


via fenprof... 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

o pensamento do dia...


no público...

(do) sono... revisão da matéria dada...!


de um folheto de consultório...

(do) sono... reflexões para o fim de dia...!



na share magazine...

coisas da (des)educação [nas palavras]...de luís sottomaior braga...!

"INDISCIPLINA – OS PROFESSORES NÃO SÃO DE FIAR E ALÉM DISSO SÃO IGNORANTES DA SUA PROFISSÃO…



Numa das informações aos pais sobre as provas que decorrem esta semana, preparadas pelo IAVE e que li numa reunião de acalmação da angústia paternal dos exames dizia-se qualquer coisa como “as provas servem para obter resultados sobre o desempenho dos alunos que sejam fiáveis” o que, a contrario, significa que, fora dos exames, os resultados produzidos pelos docentes não são fiáveis.

A boa vontade levaria a dizer que a coisa foi escrita assim porque a escrita clara não é uma das virtudes dos escribas do IAVE. A má vontade, ou o senso do realismo, permite concluir que é mais um sinal da desconfiança face aos professores e à sua capacidade, atávica da “administração educativa” (constituída por professores que, na sua maioria, “optaram” ou foram “optados” e, até, por alguns que renegaram dar aulas para administrar os que as dão…).

No Público de 20 de Maio a atitude subtil prossegue nas declarações de um grupo de trabalho parlamentar sobre o problema da indisciplina, que o estudou, e conclui que, no quadro da sua compreensão, o facto de maior destaque (daí talvez o título de 1ª página do jornal) é que “60% dos professores não tiveram até hoje qualquer formação específica para lidar com o problema.”

São portanto ignorantes. E ignorantes que são, existe largo mercado para ações de formação que os demovam dessa ignorância, que serão feitas pelas instituições de Ensino Superior que detetaram a alegada carência, que outros dirão não ser as melhores e serão trocadas por produto melhor que o Estado (ou os próprios professores) financiarão para ficarem os docentes certificados na ausência de ignorância do problema.

E ainda hão-de ser ações de formação obrigatórias (como as de TIC, em que se esturrou tanto dinheiro no ciclo formativo passado).

Quem me conhecer sabe que nada tenho contra a formação e que, sobre esse assunto, digo sempre: que haja muita e boa. E que, em vez da mera certificação acho que estudar e realizar formação é essencial (daí recusar os mestrados e especializações certificadas bolonhesas em administração escolar, que hoje pululam em que a experiência, mesmo má, vale pelo estudo).

Esse não é o ponto. O ponto é que, mais uma vez, no momento do toque a rebate, se vai lançar a culpa dos problemas à suposta ignorância dos professores (que se recorda são todos, pelo menos, licenciados e profissionalizados para darem aulas e gerirem a indisciplina delas – que faz parte do quadro do exercício profissional, como sempre fez – pelo mesmo Ensino Superior que lança agora o tema de que o problema é a sua falta de formação).

A indisciplina grave é para uma relação pedagógica como uma doença terminal na relação médico/paciente. Terão 40% de todos os médicos formação na gestão de doenças terminais?

E terão 40% dos deputados formação específica para legislar sobre educação?"



no com regras...


quer saber quais são as treze ideias para a educação?... aqui.

(d)a (in)segurança social...



no observador...

"

I) A conta imaginária

A imagem é poderosa, mas é falsa: a conta não existe. Na cabeça de muitos contribuintes (e, não raras vezes, de muitos jornalistas!) existe uma espécie de conta imaginária onde se alinham numa soma interminável os descontos que ao longo da sua vida fazem para a Segurança Social. E quando pensam na sua reforma, os portugueses vêem‑na como uma subtracção que, por muito que vivam, nunca conseguirá esgotar tudo aquilo que pagaram e está na tal conta.
Mas infelizmente a conta não existe. E, mesmo que existisse, não daria para os encargos, pois o nosso modelo não é de capitalização, mas sim de repartição. Logo, a maior parte das contribuições pagas pelos trabalhadores no activo é imediatamente gasta. Em quê? No pagamento das despesas com os pensionistas actuais. Por consequência, as pensões a usufruir pelos trabalhadores que hoje estão a financiar o sistema dependem, não da capitalização das suas contribuições acumuladas na tal conta imaginária, mas sim da possibilidade de a Segurança Social conseguir que as próximas gerações de trabalhadores paguem as contribuições suficientes para continuar a assegurar o pagamento das pensões e a sustentabilidade do sistema.
Mas o problema não reside apenas no facto de não existir a conta onde os descontos de cada um se iriam acumulando. A verdade é que se ela existisse não chegaria para pagar pensões pelos valores actuais.

II) Os meus descontos chegam e sobram para pagar a minha reforma

Temos pena mas não é verdade. Basta pensar no seguinte: ao longo da vida activa os descontos para a Segurança Social correspondem a sensivelmente um terço do ordenado que se recebe (considerando o desconto do trabalhador e o desconto da entidade patronal); desses descontos são pagos os períodos de desemprego e os períodos em que se está de baixa. Se a vida activa tiver durado 40 anos (muitas vezes dura menos), e se o trabalhador tiver descontado sempre, isso significaria que teria poupado o suficiente para que lhe fosse paga durante 13 a 14 anos uma pensão correspondente à média dos seus ordenados nesses 40 anos. Se esse trabalhador for funcionário público, ter‑se‑á reformado com 60 anos (é essa a idade média de reforma dos últimos anos), e se trabalhar no sector privado tê‑lo‑á feito com 62,5 anos.
O problema não reside apenas no facto de não existir a conta onde os descontos de cada um se iriam acumulando – se ela existisse não chegaria para pagar pensões pelos valores actuais.
Portanto o nosso trabalhador amealhou o suficiente para receber a sua pensão até, na melhor das hipóteses, aos 75 anos. Ora a esperança de vida no momento da reforma indica que viverá até aos 82 anos se for homem, e até aos 85 anos se for mulher. Ou seja, durante 7 a 10 anos da sua vida de pensionista a sua reforma terá de ser paga ou pelos descontos dos trabalhadores activos ou através do Orçamento do Estado. Em conclusão: o sistema está a pagar pensões durante mais de 20 anos (a idade média de aposentação tem estado nos 60/62 anos, e a esperança de vida aos 65 anos está quase nos 84 anos) quando na verdade os descontos acumulados nem dariam para 13 a 14 anos de pensões que calculámos.
O sistema está a pagar pensões durante mais de 20 anos (a idade média de aposentação tem estado nos 60/62 anos, e a esperança de vida aos 65 anos está quase nos 84 anos), quando na verdade os descontos acumulados nem dariam para 13 a 14 anos de pensões que calculámos.

III) As reformas actuais são muito baixas

Só se for por ilusão de óptica: os pensionistas actuais recebem bem mais do que aquilo que descontaram. E não nos referimos apenas àqueles casos óbvios em que não existe correspondência entre o que se recebe e o que se descontou, como sucede com as pensões sociais para as quais por vezes nem houve descontos, ou, nos escalões mais elevados, com regimes especiais, como era o caso do dos ex‑administradores do Banco de Portugal, (a quem até há algum tempo bastava exercer essas funções durante cinco anos para, independentemente da idade, terem automaticamente direito à pensão por inteiro), dos juízes do Tribunal Constitucional, que têm direito à sua pensão após apenas dez anos no cargo, ou do antigo regime dos titulares de cargos políticos.
Na verdade todos os pensionistas cujas pensões foram calculadas sobre o último ordenado (o que sucedia até há pouco tempo com os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações), ou sobre os melhores dos últimos ordenados, estão a receber mais do que receberiam se esse cálculo incidisse sobre toda a carreira contributiva, a maior parte da qual foi passada a fazer descontos mais baixos sobre ordenados também mais baixos.
Todos os pensionistas cujas pensões foram calculadas sobre o último ordenado, ou sobre os melhores dos últimos ordenados, estão a receber mais do que receberiam se esse cálculo incidisse sobre toda a carreira contributiva.
Recorde-se que até 2007, no caso do regime geral da Segurança Social, a pensão era calculada tendo por base a remuneração dos melhores 10 dos últimos 15 anos. Para os funcionários públicos, o salário de referência para o cálculo da pensão era o último salário mensal, o que já por si significava que, por regra, se partiria de um valor mais alto do que aquele que se obteria através da média de vários anos. Para além disso, era comum uma espécie de “promoções‑bónus para a reforma”, que durante anos inflacionou o número de promoções dos funcionários públicos que estavam em final de carreira, assim permitindo que estes vissem as suas pensões calculadas de forma vantajosa. Estas condições eram tão vantajosas que um estudo da OCDE concluiu que em Portugal um pensionista com um salário médio e com uma carreira contributiva completa que se tivesse reformado antes de 2007 ficaria a receber, em média, uma pensão líquida que corresponderia a 110% do seu último salário líquido.


Governo de Passos conseguiu travar o problema, mas não não equilibrar as contas da SS


...

achando relevante esta abordagem pode ler o resto do artigo... aqui.

para começar a preparar a época... nas devidas condições...!



no público...


[a imagem é ampliável]

arte mural [3 d]... da série os animais 'lixados'... de bordalo II...!



o 'guaxinex'...

o boneco do dia...


no expresso...

[última hora] à atenção dos professores... mobilidade por doença... via dgae...!

1Junho2015

Pedido Mobilidade por Doença

Aplicação Disponível 

para quem estiver interessado... a administração pública em debate... via ina...!

 
 
                                                                                                                                               1 de junho de 2015
 
   
 
 
 
 
  Data: 4 de junho |17h30 – 19h30
Local: Edifício da Torre do Tombo I Alameda da Universidade
(Acesso ao Auditório: porta à direita da entrada principal - saiba como chegar)

15ª Sessão: Tecnologia e Cidadania: a AP à distância de um clique - vídeo de apresentação, na palavra do moderador, Jayme Kopke.

  • As novas tecnologias modificaram a forma como trabalhamos, como nos relacionamos, como compramos ou vendemos, como nos organizamos.
  • Nas últimas décadas ocorreu uma verdadeira revolução de hábitos: hoje, é com dificuldade que imaginamos a vida sem emails, sem computador, sem telemóveis….
  • A AP, naturalmente, não escapou a esta desafiante transformação. O que mudou em função das novas tecnologias? O que ainda não mudou, mas deveria? E, por fim, o que inevitavelmente acabará por mudar?
Oradores:
  • Ana Neves, CEO da Knowman
  • Fernando Carvalho, Diretor de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT)
  • Jayme Kopke, Diretor-Geral e Diretor criativo da Hamlet (orador/moderador)

 
  Participe. É um tema que interessa a todos debater!  
  A participação é gratuita, mas sujeita a pré inscrição online. Mais informações sobre o Ciclo de Debates aqui.  
     
 
Há 35 anos a Investir no Conhecimento. Àreas de intervenção atuais:
Formação Profissional | Inovação e Desenvolvimento Organizacional | Recrutamento e Seleção
Mobilidade e Requalificação | Cooperação Internacional | Biblioteca | INA editora
 
     
 
CONTACTOS
Geral | ina@ina.pt | (+351) 21 446 53 00
Divisão de Comunicação e Relações Públicas | dcrp@ina.pt | (+351) 214 465 407 / 5421                                           
www.ina.pt
 

a actualidade do dia-a-dia, numa visão pessoal do jornalista...!

Bom dia, já leu o Expresso Curto Bom dia, este é o seu Expresso Curto
Pedro Candeias
Por Pedro Candeias
Coordenador
 
1 de Junho de 2015
 


Sporting: Eu marco, tu marcas e ele é o Marco 


Dois tipos que têm o mesmo objectivo de vida mas que objectivamente não gostam um do outro são capazes de conviver? Sim, pelo menos enquanto tiverem um interesse em comum. Entre Bruno de Carvalho e Marco Silva havia (e há) uma guerrinha surda mas os dois lá acordaram que, para bem de ambos, o melhor era levarem a coisa até final - até à final. Ganhando um, ganhariam os dois - e ganhava o Sporting. Funcionou, porque às vezes, muito de vez em quando, o futebol ainda tem lógica. É que quem marca dois golos depois de sofrer dois, joga com menos um jogador em campo desde os 15 minutos, e acaba com um guarda-redes coxo a defender penaltis tem de vencer. E isso está escrito algures, nem que seja nas estrelas. 

Mas agora que a festa do Jamor acabou e que já vimos Bruno de Carvalho a festejar assim, assim e, sobretudo, assim, há uma perguntinha que terá de ser respondida: então e o Marco, fica? Ele diz que não sabe e que quem sabe é o presidente; e o presidente nada diz. Curioso: os dois clubes de Lisboa ganharam as três competições (Liga, Taça da Liga e Taça de Portugal) com dois treinadores portugueses - e nenhum deles parece ficar onde está para o ano.

Obviamente, está à vontade para esquecer o que escrevi sobre o futebol e a lógica. 


OUTRAS NOTÍCIAS
Na Rússia chega a história de uma lista negra de 89 cidadãos europeus que estão proibidos de entrar no país porque Vladimir Putin não terá gostado de ouvir da boca deles que andava a pagar aos separatistas na Ucrânia. Entre esses nomes está o do antigo ministro britânico Nick Clegg e, à boleia disto, a BBC lembra-nos os mandamentos mais inacreditáveis de Putin. Aqui estão dois ou três: tu não praguejarás na TV, tu não farás propaganda gay, tu não te vestirás como um gótico. Um pouco para o metediço. 

Por falar em estados que se metem na nossa vida, nos Estados que são Unidos e são da América andaram a votos e às voltas com o Patrioct Act, que permitia à NSA escutar chamadas telefónicas só porque sim. A Wired escreve que a lei prescreveu e que há uma nova receita a caminho - chama-se Freedom Act.

Na Grécia, a liberdade é um conceito estranho, porque é pago. E como hoje é segunda-feira, é tempo de lançar esta semana grega, que não há de ser muito diferente das anteriores. Basta um copy e um paste do que já foi dito (só mudam os números): a Grécia tem até sexta-feira para entregar € 300 milhões ao FMI e tudo depende da boa vontade da senhora Merkel, como se lê na Bloomberg. O Syriza já viu dias melhores e dentro dele a contestação cresce - a escolha de Elena Panaritis para representar a Grécia à mesa com o FMI não foi bem digerida por 40 deputados. Convém recordar: Panaritis vem do PASOK e o PASOK negociou com a troika. Ou triunvirato. 

Para rematar, três notícias de três jornais portugueses: os 7500 professores do privado cujos contratos acabaram em maio, no DN; os autocarros da STCP que perderam 34 milhões de passageiros e a culpa que a empresa põe nos motoristas, no JN; e a ideia de que a política depende mais das relações pessoais do que julgávamos, porque Passos Coelho e o PSD estão de bem com a Madeira de Miguel Albuquerque quando estavam de mal com a de Alberto João, no Público.


FRASES
"Sucesso é quando os teus filhos se tornam melhores do que tu". Joe Biden, vice-presidente dos EUA sobre o filho Beau, que morreu de tumor cerebral.

"A oeste, nada de novo." Marcelo Rebelo de Sousa, de bússola na mão, sobre as notícias de que Rui Rio estará para entrar na corrida à presidência da República. Disse-o na TVI.

"Dias Loureiro não é exemplo para ninguém." Duarte Marques, deputado do PSD, sobre o "velho amigo" de Pedro Passos Coelho em entrevista ao jornal i. 

"Sim, tive medo, mas senti que era mais forte na última curva." Miguel Oliveira, o primeiro português a ganhar uma prova do Mundial de motociclismo. Aconteceu em Mugello, Itália.


O QUE ANDO A LER
Não sei bem o que lhe hei-de chamar: romance, ensaio, reportagem, porque nele há um bocadinho de tudo. O "História Natural da Destruição" de W.G. Sebald é a versão pouco contada do pouco que ficou para contar do lado alemão quando a II Guerra Mundial acabou. É a história de como milhões de inocentes aceitaram a destruição daquilo que era deles por causa de um louco que um dia achou ser melhor do que todos os outros. Neste texto, Sebald recorre a livros esquecidos e a entrevistas que fez para recuperar aqueles últimos dias de bombardeamentos consecutivos dos Aliados em cidades que se refizeram pelas mãos de um povo vestido de vergonha com a roupa dos mortos. 


Fico-me por aqui e amanhã, mais ou menos por esta hora, prepare-se para receber as últimas da noite anterior e as primeiras do dia com o Bernardo Ferrão, que é expedito e rápido a correr atrás das notícias. Ora veja.

leitura [educação]... legislação, síntese do mês de maio [consulta]...!

legislação [administração pública]... mobiliário [serviços partilhados]... no dre...!

Diário da República n.º 105/2015, Série II de 2015-06-01 


Data de Publicação:2015-06-01
Data de Disponibilização:2015-06-01
Número:105
Série:II


Ministério das Finanças - Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P. 

Entrada em vigor do Acordo Quadro de Fornecimento de Mobiliário
 

legislação [obras]... qualificações profissionais... no dre...!

Diário da República n.º 105/2015, Série I de 2015-06-01



Assembleia da República 

Estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projetos, coordenação de projetos, direção de obra pública ou particular, condução da execução dos trabalhos das diferentes especialidades nas obras particulares de classe 6 ou superior e de direção de fiscalização de obras públicas ou particulares, procedendo à primeira alteração à Lei n.º 31/2009, de 3 de julho

a numeracia do governo... em alta...?


no público...

então a moda não é a das literacias financeiras, securitárias, tecnológicas e outras...?... então temos 'executivos', qual é o motivo de queixa...?


no jn...

continuando o dia... atónito...!


no dn...



o roteiro da actualidade [capas e destaques]...

nota:
esta apresentação não corresponde a qualquer critério editorial ou hierarquia, logo não foi editada salvo no tipo de letra, e é a transcrição exacta da mensagem de comunicação [quando exista], tal como é recebida, exceptuando a informação das publicações desportivas.
acresce a edição pessoal de algumas capas, quando disponíveis e que não constam da respectiva mensagem ou estão desfasadas nas datas [estas não estão torneadas a negro como, normalmente, as da mensagem original].
via jornais do dia.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Subconcessionários do Metro de Lisboa e da Carris conhecidos nos próximos dias - Presidente
Presidente do Metro de Lisboa e da Carris acredita que PS manterá subconcessões
Vacina Prevenar passa a ser comparticipada, em julho chega aos centros de saúde
Coreia do Sul e EUA realizam maior exercício militar antissubmarino
Ministro malaio propõe transformar campos de tráfico humano em atração turística
Número de praias com qualidade de ouro desce este ano, são 314 - Quercus
Blog

Capa do Público Público

Calma
Cartas à directora
De Churchill a Cameron
Será que ainda se justifica a existência de um sistema binário no ensino superior?
Seiscentos milhões
Festa de Alvalade termina com invasão de campo
Alvalade, ponto de partida e de chegada

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Destroços de navio negreiro português encontrados ao largo da África do Sul
"Eu não quero mais dinheiro, só quero a minha liberdade. Tenho direito a ela"
Como voltar à vida sexual depois do nascimento de um filho
Médicos criticam erros no concurso para alargar oferta de colonoscopias
O cão é o melhor amigo do homem... mas só em esplanadas
Pulseiras para encontrar crianças já estão disponíveis
Negociações falhadas deixam milhares de professores com carreira congelada

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Alvalade recebe os heróis em clima de apoteose
Portugueses na Venezuela divididos entre a apreensão e a esperança
Nani não pensa mudar de clube em Portugal
Ministro Varoufakis causa polémica com nomeação controversa
Mil "Resistentes" caminham pelas crianças com cancro
Sporting conquista Taça de Portugal nos penáltis
A Festa que dá vida nova a aldeias em risco

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Bancos vão ter 20 anos para pagar ‘buraco’ da venda do Novo Banco
Saiba como a felicidade no trabalho salvou uma empresa da falência
Baixa da TSU agrava défice em 0,25% do PIB em 2018
Governo vai aumentar verbas comunitárias para apoiar empresas
Auchan Portugal entra no ‘franchising’ com a marca Pão de Açúcar
“É preciso ter a atitude que corresponde a um Livro Branco”
“Poupanças não podem ser nas pensões a pagamento”

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

CaixaBI: OPT sobre a Semapa não reflecte valor da cotada
Na PT é hora de mudar
Novo Banco ataca BPI e BCP nos "spreads" do crédito à habitação
Bancos espanhóis perdem para dar crédito
Governo avança com saída do Banco de Portugal da Finangeste
Há mais dinheiro em depósitos, mas vai tudo para a conta à ordem
Banco do ex-BPN precisa de mais capital antes da venda

Capa do Oje Oje


Capa do Destak Destak

Subconcessionários do Metro de Lisboa e da Carris conhecidos nos próximos dias - Presidente
Presidente do Metro de Lisboa e da Carris acredita que PS manterá subconcessões
Vacina Prevenar passa a ser comparticipada, em julho chega aos centros de saúde
Coreia do Sul e EUA realizam maior exercício militar antissubmarino
Ministro malaio propõe transformar campos de tráfico humano em atração turística
Número de praias com qualidade de ouro desce este ano, são 314 - Quercus
Alerta de risco de nova grande erupção no vulcão japonês Shindake



e, ainda, o metro...


Metro - Lisboa

a começar o dia... esperançoso...!