domingo, 27 de janeiro de 2013

curiosidades... infografia... dos encargos com a dívida (publica...?)... no dinheiro vivo...!


curiosidades... evolução da despesa pública e do défice...!


opinião... recusa de medicamentos... de fernanda palma... no cm...!


curiosidades... do sns... no expresso...!



notícia... o serviço nacional de saúde e o fmi... no expresso...!


a piada do dia... canções de embalar (?)... ppc dixit... no cm...!


cartoon... do regresso aos mercados... de rodrigo... no expresso...!


frases soltas... no público...!


40 mil... [um bom número... dadas as circunstâncias e o contexto...!]... no público...!


e continua o assalto... à função pública... no cm...!


e continua o 'chico-espertismo'...?... no público...!


leituras... conhecer a dívida para sair da armadilha [relatório preliminar]... via iniciativa para uma auditoria cidadão...!


sábado, 26 de janeiro de 2013

recensão... (sobre) quem paga o estado social em portugal [provavelmente para comprar e ler...!]... de raquel varela... por joaquim jorge veiguinha... no escola informação [spgl]...!


(de uma) conferência de imprensa... o ps e o relatório do fmi sobre educação... via federação do porto [ps]...!


leitura... a entrevista a ramalho eanes... no expresso...!




questões de 'postura'...?... no expresso...!


lema do dia... antónio damásio... no dn [q]...!


cartoon... porque hoje é (foi) dia de 'defesa'... de gary varvel...!


mais uma achega... do 'estado' do estado social [várias frentes]... no jornal da fenprof [dezembro 2012]...!



para complementar a jornada de luta... (do) desemprego docente... no jornal da fenprof [dezembro 2012]...!


leitura [da pesada]... mais fmi e um relatório sobre o país, com mais medidas... vias imf...!


porque hoje é 26...!


declaração de 'interesses' pessoais... não sou uma pessoa de manifes e de massas... logo não vou [mas estou solidário...!]...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

legislação... de uma compilação na educação... via boletim informativo do cirep... !


frases da semana...!


independência nacional... já...!


leitura... (d)a redução nominal das remunerações líquidas dos professores... de eugénio rosa... no jornal da fenprof [dezembro 2012]...!



opinião [sindical]... quem ganha com os contratos de associação? [benefícios privados... custos públicos...?]... via escola informação [spgl]...!





opinião... algumas perplexidades (mais ou menos resolvidas) sobre rácios, turmas e professores... de paulo guinote... no parlamento global...!



convém ler o resto do artigo... aqui.

escultura... de jan abt...!





aqui.

opinião... [(des)acordo ortográfico... naturalmente contra !]... sobre a velha e nova ortografia... de antónio sousa homem... no cm domingo...!


leitura [da pesada]... o fmi e mais uma revisão do memorando de entendimento... via imf...!


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

vídeo... (da educação)... meritocracia para os professores ?... de michelle rhee... via studentsfirst.org...!


notícia... malnutrição ameaça crianças... no destak...!



no destak [da edição em pdf].

imagine-se, então, o estado da escola...(!)... as crianças não são hiperactivas, são mal-educadas... de henrique raposo... no expresso...!



"É uma comédia que se acumula no dia-a-dia. Um sujeito vai ao café ler o jornal, e o café está inundado de crianças que não respeitam nada, nem os pardalitos e os pombos, e os pais "ai, desculpe, ele é hiperactivo", que é como quem diz "repare, ele não é mal-educado, ou seja, eu não falhei e não estou a falhar como pai neste preciso momento porque devia levantar o rabo da cadeira para o meter na ordem, mas a questão é que isto é uma questão médica, técnica, sabe?, uma questão que está acima da minha vontade e da vontade do meu menino, olhe, repare como ele aperta o pescoço àquele pombinho, é mais forte do que ele, está a ver?". E o pior é que a comédia já chegou aos jornais. Parece que entre 2007 e 2011 disparou o consumo de medicamentos para a hiperactividade. Parece que os médicos estão preocupados e os pais apreensivos com o efeito dos remédios na personalidade dos filhos. Quem diria?

Como é óbvio, existem crianças realmente hiperactivas (que o Altíssimo dê amor e paciência aos pais), mas não me venham com histórias: este aumento massivo de crianças hiperactivas não resulta de uma epidemia repentina da doença mas da ausência de regras, da incapacidade que milhares e milhares de pais revelam na hora de impor uma educação moral aos filhos. Aliás, isto é o reflexo da sociedade que criámos. Se um pai der uma palmada na mão de um filho num sítio público (digamos, durante uma birra num café ou supermercado), as pessoas à volta olham para o dito pai como se ele fosse um leproso. Neste ambiente, é mais fácil dar umas gotinhas de medicamento do que dar uma palmada, do que fazer cara feia, do que ralhar a sério, do que pôr de castigo. Não se faz nada disto, não se diz não a uma criança, porque, ora essa, é feio, é do antigamente, é inconstitucional.

Vivendo neste aquário de rosas e pozinhos da Sininho, as crianças acabam por se transformar em estafermos insuportáveis, em Peter Pan amorais sem respeito por ninguém. Levantam a mão aos avós, mas os pais ficam sentados. E, depois, os pais que recusam educá-los querem que umas gotinhas resolvam a ausência de uma educação moral. Sim, moral. Eu sei que palavra moral deixa logo os pedagogos pós-moderninhos de mãos no ar, ai, ai, que não podemos confrontar as crianças com o mal, mas fiquem lá com as gotinhas que eu fico com o mal."



opinião... (do dinheiro alemão... e donde veio?...para quê?... como?)... estão a ver o filme?... de joão césar das neves...no dn...!































"Portugal tem uma dívida nacional externa bruta total quase duas vezes e meia superior ao produto e dívida pública bem acima do que produzimos. Não há corrupções, incompetências e desperdícios que cheguem para justificar uma coisa destas. Quem fez isso não foram os ricos, políticos, ladrões. Tem de ser a vida comum e os hábitos dos cidadãos honestos a gerá-lo. Muitos nos lembramos como estávamos há 20 anos, e como tudo melhorou tão depressa. Muito disso foi mérito e crescimento sólido, mas a euforia empolou e foi-se para lá do razoável. Agora a situação nacional não se resolve só eliminando gorduras. É preciso cirurgia profunda e estrutural. Não é sina nacional, até porque vimos igual noutras zonas. Mas tem de ser feito.

A maioria das críticas olha, não para a situação nacional, mas para os interesses afectados. Falam então em "direitos adquiridos", sem notar que esse é outro nome da doença. Existem direitos básicos que o país tem de garantir a todos. Nesses não se pode tocar, nem ninguém quer que se toque. Mas grande parte dos supostos direitos não foram de todo adquiridos, mas atribuídos irresponsavelmente com dinheiro alemão. Foi bom recebê-los e custa a deixar, mas não há alternativa. Se quisermos um dia lá chegar de forma sustentável.

Cortar 4000 milhões de euros de forma permanente à despesa pública não é a solução. Apenas o primeiro passo para Portugal voltar a ser um país sério. Temos de viver com as nossas possibilidades. Durante uns tempos até um pouco abaixo, para aliviar as dívidas de se ter vivido demasiado tempo acima delas. A correcção não é o fim do mundo: pouco mais de 5% da despesa total prevista no Orçamento para 2013. Pode-se negar, insultar, protestar, mas a aritmética não se comove.

Isto não é novidade. Aliás todos o dizem há décadas. Perdemos a conta aos relatórios, estudos, programas de Governo e discursos de Estado em que foi repetida a necessidade de reformas estruturais. Esse é outro consenso. Quando uma das instituições mais experientes e reputadas neste tipo de reformas analisa a situação e sugere medidas concretas, será razoável tratar isso como um disparate? Uma imposição externa? Uma aleivosia? Será que não estão a ver o filme?

Perante o estudo do FMI há duas atitudes razoáveis. Pode-se aceitar e também é sensato discordar. Afinal é só um estudo técnico externo, nem sequer um programa político. Mas quem recusa tem de apresentar cortes alternativos de valor equivalente. Senão diz só uma tolice ociosa de quem não está a ver o filme."


pintura... de jake wood-evans...!





aqui.

a piada do dia (?)... de ricardo salgado... no oje...!

 

no oje [da edição em pdf].

depois de um 'mea culpa'... aqui...?

leitura... (do) orçamento do estado 2013... medidas que fazem diferença... segundo a deloitte (e associados)...!


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

notícia... da educação (lá por fora)...belgium's future teachers show worrying gaps in general knowledge [será que isto tem 'algum' significado... para o que se passa neste cantinho...?]... via the guardian...!

"Two in three Belgian final-year teaching students could not identify this man.
 
A large number of Belgium's future secondary school teachers struggle with basic concepts of geography, politics and history, a study has revealed.

Among final-year teaching students involved in the study, one in three could not identify the United States on a map and almost half did not know where the Pacific Ocean was.

Shown a picture of Mao Zedong, two in three could not recognise the Chinese communist leader, with the most common response being that it was the late North Korean leader Kim Jong-il.

Researchers at the Limburg Catholic University College tested 1,000 students in eight teacher training colleges in Belgium's Flemish region."

para ler o resto do artigo... aqui.

notícia... (da educação)... antónio nóvoa defende transferências de competências das escolas para autarquias [nada que não se justifique... face ao contexto... e não colide com a 'controversa' autonomia da escola...!]... no diário económico...!

"Reitor da Universidade de Lisboa defende que as escolas se devem focar na aprendizagem. 

O reitor da Universidade de Lisboa (UL) defende que as escolas têm "excesso de missões", que deveriam ser transferidas para outras instituições, como as autarquias ou famílias. Só assim, considera Sampaio da Nóvoa, os estabelecimentos de ensino conseguem estar focados na aprendizagem. "À escola o que é da escola. À sociedade o que é da sociedade", defende.

Esta foi uma das propostas apresentada pelo reitor da UL, que falou na cerimónia de abertura do segundo dia de conferências sobre o futuro do Estado Social, para melhorar o escola básica e secundária.

Sampaio da Nóvoa alertou ainda para as eventuais consequências da Educação caso as escolas não se centrem na aprendizagem: "O pior que nos podia acontecer seria uma inclinação das escolas públicas para missões sociais e uma inclinação de escolas privadas para missões de aprendizagem".

Depois da grande "batalha do século XX" de conseguir "uma escola para todos", o reitor defendeu que a atual "batalha" é por "uma escola onde todos aprendem".

No que toca ao ensino superior, Sampaio da Nóvoa voltou a sublinhar a importância de reorganizar a rede do ensino superior e de reforçar a autonomia e a capacidade de gestão das instituições.

O reitor criticou os cortes do financiamento público, - sublinhando que o investimento em Educação em percentagem do PIB "é claramente inferior à média europeia" - que classificou como sendo o "garrote burocrático" que actualmente "atinge as instituições e anula as suas energias mais dinâmicas".

António da Nóvoa lembrou ainda que as políticas de educação não podem ser definidas tendo como horizonte de aplicação os "calendários trimestrais das avaliações da troika". Em educação, "as decisões mais acertadas" foram sempre "tomadas sempre num horizonte de futuro"."

aqui.

opinião... os cortes e a corte [nada de 'avantajado' e inexequível...?]... de paulo morais... no cm...!





Comecem, de uma vez por todas, por reduzir os custos das parcerias público-privadas (PPP), desde logo as rodoviárias. Não é admissível que se continuem a garantir, apenas pela existência e disponibilidade de uma qualquer autoestrada, rentabilidades anuais de dezassete a vinte por cento aos concessionários privados. E muito menos se admite que no fim de cada ano estes sejam ainda compensados com bónus milionários... por causa da baixa sinistralidade. Os governantes estão obrigados a baixar os custos que as PPP representam para o erário público em, pelo menos, mil milhões de euros. Para tal, negoceiem a sério ou, em alternativa, expropriem os equipamentos pelo seu real valor, o que diminuiria brutalmente os custos. Em qualquer caso, suspendam de imediato os pagamentos.

Haja ainda coragem de estancar a sangria dos juros da dívida pública, que representam a maior despesa do estado e consomem treze por cento dos impostos pagos por todos os cidadãos e empresas. Para baixar o custo do serviço da dívida é necessário competência para a reescalonar e renegociar, coragem para enfrentar o "lobby" financeiro e credibilidade para colocar parte da dívida no mercado interno. Com uma nova atitude, o estado pouparia bem mais de dois milhões de euros.

Poder-se-iam ainda economizar largas centenas de milhões nas rendas imobiliárias que o estado continua a pagar para favorecer amigos, começando no Campus de Justiça de Lisboa e acabando em qualquer pequena repartição pública na província.

É ao nível dos grandes negócios de favor e da Corte indecente de privilégios que se deve provocar a diminuição da despesa do estado; antes sequer de se discutirem quaisquer novos cortes na saúde ou na educação. Reduzir mais as regalias sociais, apenas para manter intactas as prebendas dos grupos económicos favorecidos pelo regime, seria uma infame traição ao povo. 

aqui.

questões de opacidade (?)... (das) previsões do governo... (que) 'não têm transparência nenhuma'... teodora cardoso dixit... no jornal de negócios...!



para ler o resto do artigo... aqui.

opinião... a educação em perpétua mudança... de paulo guinote... no público...!




"Perante tudo isto:

– Não posso concordar com propostas baseadas em escassa fundamentação empírica e com truncagem de dados sobre aspectos fundamentais. Sabemos agora que o relatório do FMI ainda foi mais adulterado do que se pensava. Os dados usados no debate em curso e apresentados à opinião pública são semelhantes aos do relatório, para pior.

– Considero que o sistema de ensino não-superior e superior em Portugal melhorou muito nos últimos 15 anos e que esses sinais são claros. Apesar de insatisfatórios, os testes PISA 2009 já trouxeram melhorias em relação aos anteriores e os resultados dos PIRLS e TIMMS de 2011 são claros. Afinal, o mito da “má escola publica” começa a cair e não são os rankings internos que o desmentem, pois apenas sublinham que as escolas privadas exclusivistas e não inclusivas conseguem melhores resultados.

– Os exemplos externos que são fornecidos como “faróis” são ilusórios, apresentados de forma parcial ou com base em realidades culturais completamente diversas (casos dos países do extremo oriente). Para casos mais próximos do nosso, oculta-se que o financiamento por aluno deu maus resultados na Suécia, que na Holanda as escolas privadas não podem gerar lucros para os stakeholders e que nos EUA o desempenho global das charters é inferior ao das escolas tradicionais. E isto não é recorrer a detalhes para denegrir seja o que for, essa é a estratégia dos que, de forma ligeira, acusam as escolas públicas portuguesas de má qualidade, com base nas suas mitigadas experiências pessoais como professores ocasionais ou virtuais encarregados de educação.

– Perante este cenário considero que mudar de novo, querer novamente reconfigurar elementos fundamentais do sistema de ensino, quando sabemos de fonte segura e não por relatórios encomendados e cozinhados a várias mãos, que está a dar bons resultados, é algo que só trará perturbação em troca de muito pouco de interesse para os alunos, visto que o recurso ao conceito de “liberdade” esbarra com condicionantes que já expus há algum tempo, em outros escritos, de forma que considero bem clara.

– Só posso defender que qualquer “mudança” seja feita, nesta matéria e de uma vez por todas, com segurança quanto à fiabilidade do caminho a percorrer e mobilizando positivamente os seus executantes no terreno, em vez de os amesquinhar publicamente de modo sistemático, apresentando-os como privilegiados, acomodados e maus profissionais. Não posso ainda aceitar que por “mudança” se entenda mudança dos fluxos financeiros do orçamento do MEC, com o argumento do “preço” mais baixo.

– Só posso aceitar que a mudança signifique um reforço da dimensão humana da Educação, da proximidade, do seu recentramento na sala de aula, em que as decisões sejam de tipo partilhado e não hierárquico e em que a responsabilização seja geral e não apenas unidireccional, cabendo sempre o ónus da prova por via da avaliação do seu desempenho aos mesmos (os executores), enquanto quem promove a permanente mudança escapam sempre ao escrutínio das suas decisões.

– E só posso aceitar que uma “mudança” radical na forma de funcionamento do sistema educativo (mesmo se partes dessa engrenagem já estão instaladas no terreno há um punhado de anos) se faça integrada numa política global de desenvolvimento do país que dê sentido a um projecto que mobilize a população para uma mudança que não passe pelo ideal da mediocridade da maioria para alimento da excelência de um estreitíssima minoria
."

aqui.

cartoon... mais uma cãozoada política... van dog... de antónio pilar...!


'notícia'... da educação... número de vagas abertas por grupos de recrutamento para a vinculação extraordinária [portaria 22-A/2013, de 23 janeiro]... via dre...!