segunda-feira, 29 de junho de 2015

a começar o dia... matematicamente exaurido...!

como deve dar para perceber... contas e mais contas, preenchimento de impressos, validação e entrega... de irs [em substituição].



domingo, 28 de junho de 2015

à atenção... um 'pequeno manual de guerrilha organizacional'... por quem devia saber da poda...!



no expresso em linha...


"Comecei o ativismo político e cívico cedo. Demasiado cedo. Por isso, quando comecei a trabalhar, também cedo, já vinha com muita tarimba de reunião. Chegado ao primeiro jornal onde trabalhei estava convencido que a "reunite" era problema de partidos e movimentos. Rapidamente descobri que não. Pelo contrário, as reuniões eram ainda mais longas, porque mal dirigidas, sem uma ordem de trabalhos, sem inscrições, sem tempo limite de intervenção, mais próximo de uma interminável conversa de café onde os apartes duram mais do que o que interessa. Inventou-se depois um nome para a reunião caótica: "brainstorming". Diz que dali nascem melhores ideias. Sendo certo que em encontros criativos eles são úteis, a maioria das vezes não são mais do que um termo pomposo para quem vai reunir sem saber bem para quê. Há também os "almoços de trabalho", que têm o condão de estragar a comida e a conversa. E, no Estado, há a mais maravilhosa das modalidades: "ir a despacho". Não consta que seja especialmente despachado. 

Tentei fazer outra conta. Dos mais de sete meses de reunião que tive, quanto tempo foi realmente usado para apurar e tomar decisões e distribuir trabalho. Desconta-se o tempo sentado à frente de uma mesa à espera que todos cheguem e a conversa inicial, para "quebrar o gelo", até que alguém comece realmente a reunião. Vai quase um mês à vida. Depois, há as intermináveis intervenções de quem se está a ouvir a si próprio sem contribuir com uma única ideia ou opinião que tenha qualquer utilidade para o que se tem de decidir. Vão, à vontade, mais três meses para o galheiro. Por fim, juntam-se as redundâncias, em que as pessoas se limitam a repetir o que já foi dito - de preferência, o que foi dito pelo chefe, líder ou superior hierárquico. Sendo simpático, mais dois meses são desperdiçados. Sobra, em tempo útil, um mês de reunião. Ou seja, meio ano da minha vida foi atirado para o lixo. Devo dizer que terei, para a perda de tempo, dado o meu contributo. 

Defendo a criação de um movimento contra a reunite. Que imponha 12 regras para ganhar tempo de vida para ter conversas inúteis apenas com os amigos e para trabalhar: 

1. As pessoas só se devem encontrar à volta de uma mesa para trabalhar se isso for indispensável. Caso isso seja dispensável, apenas devem garantir o mínimo de encontros para que se estabeleçam relações de proximidade e se impeçam excesso de conversas informais para resolver problemas que exigem alguma formalidade. 

2. Todas os assuntos que se possam resolver por telefone, mail ou skype devem ser tratados sem qualquer reunião.

3. As reuniões devem começar à hora marcada, com quem estiver, incluindo quando quem a deve dirigir se atrasa.

4. Nenhuma intervenção deve exceder os cinco minutos. 

5. Qualquer interveniente que comece por dizer "vou ser breve" ou "posso dar só uma achega?" deve ser imediatamente interrompido e perder a sua vez. Vai seguramente demorar uma eternidade. 

6. Qualquer intervenção redundante deve ser interrompida. 

7. Qualquer intervenção sem conteúdo concreto deve ser interrompida. 

8. Reuniões sem ordem de trabalhos devem ser banidas. 

9. Quem fale de qualquer assunto que esteja fora do ponto da ordem de trabalhos deve ser imediatamente interrompido. 

10. Quem não tenha notas à sua frente, que garantam que sabe o que vai dizer e não vai perder tempo a improvisar, deve ser impedido de falar. 

11. Quem vá para uma reunião sem propostas concretas deve ser impedido de intervir nas reuniões seguintes e quem dirige uma reunião sem a ter preparado antes deve ser despromovido para a função de servir os cafés. 

12. Almoços ou jantares de trabalho devem ser banidos. 

A verdade é esta: a esmagadora maioria das pessoas não sabe reunir. E não sabe reunir porque não sabe falar. E quem não sabe falar não sabe estruturar uma ideia. 

Desculpem este meu desabafo. Mas, passadas tantas horas (pelo menos 5.200 horas da minha vida), sabendo que não posso reaver mais de meio ano perdido na minha vida, gostava de não perder mais meio. Talvez a regra geral contra a reunite deva ser esta: quem gosta de reuniões não deve poder entrar numa. A primeira condição para uma reunião ser produtiva é a de todos quererem sair dela o mais depressa possível."

ora bem... acabe-se já de vez com a educação física... sempre são uns largos milhões que o erário público poupa...!



no dn...

hoje a edição é curta...

haverá só mais duas entradas, pois o dia foi uma estafa...


o tema: livros...

acarretar, separar, contar, seleccionar, distribuir, emprateleirar...

chega?

é que foram centenas, de livros e quilos.

fiquem bem.

sábado, 27 de junho de 2015

bom fim-de-semana...

Andrej from Julia Veldman on Vimeo.

coisas da correcção linguística... o bem escrever...!






no expresso em linha...



"Um dicionário é um livro frio? Errado. Um dicionário não é para ser lido do princípio ao fim, mas para ser consultado? Errado. Um dicionário apresenta as palavras corretas? Errado. Foi assim, um pouco ao contrário das expectativas, que Manuel Monteiro, revisor de profissão, estruturou o seu “Dicionário de Erros Frequentes da Língua”. Um livro para pôr ordem numa casa confusa, a casa da Língua Portuguesa. Pedimos-lhe que escrevesse uma carta de amor. Saiu um bilhete. E confrontámo-lo com a paixão pela Língua, tudo explicado por Manuel Monteiro, ele mesmo. 

Desde 2004 que Manuel Monteiro é revisor - e agora também formador profissional de revisão de textos - e já publicou ficção (“O Suave e o Negro”). Com o dicionário, da Soregra editores, traz para a discussão palavras e situações que muitas pessoas usam de forma incorreta e outras que a maior parte das pessoas desconhecia totalmente. Como “vocês ainda terão saudades nossas”, quando deve ser “vocês ainda terão saudades de nós”; ou “isto é uma verdadeira salganhada”, em vez de “isto é uma verdadeira salgalhada”, a forma correta.




A palavra a Manuel Monteiro


Porque é que começou a colecionar erros de Português? Como os organiza na sua coleção? Entre “comuns” e “raros” ou há mais categorias?

Quando comecei a trabalhar como revisor literário, em 2004, fui armazenando erros frequentes e pouco conhecidos, até porque o que havia sobre o assunto era muito antigo ou muito superficial. Dar aulas diariamente de revisão de textos também me ajudou. As dúvidas dos alunos obrigam-me a estudar todos os dias. Demorei dez anos a respigar, a investigar, a debater com outros filólogos, revisores, professores. Não compilei os erros mais básicos, como “não chegas-te a horas”, “à uma semana”, “tu fizestes”.

Falamos e escrevemos mal porque ouvimos mal? Devíamos ser mais bem alfabetizados ou ter aulas de fonética?

A linguagem pública degrada-se dia a dia, recorrendo cada vez mais ao mesmo saco de 100/150 palavras; os anglicismos, mormente do baixo inglês — da finança, do jargão empresarial, da publicidade, da tecnologia — obsidiam-nos por toda a parte; os dicionários de grande consumo não distinguem palavra portuguesa de palavra estrangeira e vergam-se freneticamente àquilo a que chamo “o erro ou desvio da norma a vencer pelo cansaço”. Se a fonética fosse bem ensinada, não haveria tantos escreventes a não distinguir “cai” de “caí”. Aprendemos a decorar, não a compreender. Podemos compreender com o cérebro e também com o ouvido.

As aulas de Latim fazem falta?

Sim. Como a etimologia, os estudos clássicos, a leitura de Camilo. Com a pletora de estímulos a tombar de minuto a minuto, as pessoas perdem memória, capacidade de concentração, de reflexão, de ligação entre as coisas.

Ficou assim por ser filho de uma professora de Português?

O facto de a minha mãe ter muitos livros sobre Língua ajudou-me. Os meus pais sempre falaram de literatura comigo. Importante foi também o meu amigo Alberto Castro Ferreira, que me doou uns trezentos livros de filologia de Portugal e do Brasil, alguns dos quais não estavam no “mercado”, em bibliotecas e nem sequer em alfarrabistas.

Respeita o Acordo Ortográfico ou é um resistente?

Por razões muito longas de explicar, sou um resistente. Não aceito que “falámos”, “pára”, “pêlo” possam perder o acento; que “cor-de-laranja” perca os hífenes, mas “cor-de-rosa” não; que beber um copinho de leite seja o mesmo que uma pessoa que é um copinho-de-leite (com o Acordo de 1990, perde os hífenes).

É revisor. Já pensou em cobrar por cada gralha e erro encontrado?

O revisor deve folhear o livro antes de apresentar o orçamento. Como a conta é feita por caracteres, deve sopesar o trabalho que terá com um livro imundo e com um livro relativamente limpo.

Qual o futuro da Língua Portuguesa?
 
Assusta-me ouvir pais que delegam nos corretores a reescrita dos erros, transferindo o saber que os filhos deveriam ter para a máquina, que, de resto, é altamente falível, nomeadamente quanto à sintaxe. Assusta-me ouvir professores contentinhos com o menor número de erros dos alunos derivado das duplas grafias do Acordo ou do uso facultativo de maiúsculas ou da perda dos hífenes para conceitos distintos. Há adolescentes que escrevem com tantas abreviaturas e ícones que eu não consigo entender o que ali está. Também tenho alguma dificuldade em perceber o que alguns dizem, dada a forma como falam, não silabando, pronunciando cada vez mais rapidamente as palavras.

Como nasceu a sua paixão pela língua Portuguesa? O que tem ela de tão atraente?

A sua vasta sinonímia. 

Conseguiria apaixonar-se por uma mulher que falasse mal Português?

Talvez. Uma pessoa não é só o seu intelecto. Veja o Joyce e a Nora..."


e, já agora:

"A carta de amor, escrita de modo correto"


"

As palavras e expressões corretas e, entre parêntesis, os erros e / ou as explicações


Saudades de ti (saudades tuas
Olhos azul-claros (as cores compostas são sempre hifenizadas e o plural é aplicado apenas no último elemento e apenas quando este é de natureza adjetival)
Atenazar (é apertar com a tenaz, com o sentido de afligir)
Pelo visto (perante aquilo que foi visto, não vai no plural)
Espoletou-me (despoletar é tirar a espoleta, o que serve para inflamar a carga de pólvora dos projéteis das armas de fogo. Sem espoleta não há explosão. Despoletar é travar)
Cartapácio (e não catrapázio. Carta ou mensagem muito grande, livro de lembranças ou apontamentos. Em sentido figurado, é material de leitura entediante)
Caterva (catrefada é a distorção de “caterva” - batalhão, em latim. Significa grande e indeterminada quantidade de coisas)
Namorar (não se namora com determinada pessoa, mas namora-se determinada pessoa)
Tal e qual (não usar a conjunção)
Estada / estadia (são conceitos diferentes, estada é o ato de estar, estadia é a demora)

"

sorriamos [educadamente], então...



no cm...


comentário:

dantes tínhamos que gramar um eterno pai... agora levamos com um pai eterno?

até não vou deixar de 'concordar' com a teoria exposta e tenho uma ainda mais radical:

a) a divisão do ano escolar em cinco períodos lectivos, de dois meses cada;

b) avaliação sumativa nos primeiro, terceiro e quinto períodos;

c) avaliação qualitativa nos segundo e quarto períodos;

d) exames nacionais no mês de julho;

e) férias no mês de agosto;

f) as actividades lectivas iniciam-se a 1 de setembro;

g) as actividades lectivas terminam a 30 de junho;


e toda a minha gente tinha o problema resolvido.

desenho de observação... anatomia... de henrique pousão...!


o boneco do dia...



no cm domingo...

abruptas palavras numa encruzilhada...?


no cm...

a actualidade do dia-a-dia, nas escolhas do editor...!

POR Martim Silva  Editor-Executivo




 
As Escolhas do Editor

Uma semana, sete dias, sete escolhas de leituras imperdíveis para este sábado. Na praia ou onde quer que esteja com o seu dispositivo digital:

1. Como a pobreza afeta o crescimento do cérebro
"Era conhecido que as crianças sujeitas ao chamado 'risco ambiental' - lares desestruturados, contexto socioeconómico desfavorável, franca intervenção do adulto - podiam apresentar sinais de atraso cognitivo. Sabia-se também que as deficiências nutricionais se faziam sentir nos resultados escolares e nos comportamentos. O que não se sabia era que a pobreza tem efeitos diretos no cérebro desde a primeira infância, senão desde o útero materno". Assim começa o texto da Luciana Leiderfarb publicado esta segunda-feira no Diário, e que teve como ponto de partida um estudo publicado na "Nature Neuroscience". Um verdadeiro murro no estômago.

2. Desportivo de Fátima à espera das boas graças de Alá
O Fátima não é um grande clube mas é um clube que nos últimos anos conseguiu chegar e jogar várias épocas na segunda liga nacional de futebol. Mas entretanto, como tantas vezes acontece, caiu em desgraça. Maus negócios, despesas sem relação com as receitas, gestão ruinosa. Resultado: o clube desceu aos campeonatos distritais. Mas a história que contámos no Expresso Diário não é essa. É uma história de descida aos infernos. Mas é também uma história de busca da redenção. O clube tem um novo presidente. Ele chama-se António Pereira. Ele é padre. Ele foi o primeiro sacerdote a jogar futebol federado em Portugal. "Isto é um pesadelo, mas acredito que com uma nova equipa e trabalho dedicado, voltemos a subir depressa ao campeonato nacional de seniores", afirma o padre ao Expresso. Uma questão de fé? O texto é da Isabel Paulo e as fotos, imperdíveis, têm a assinatura do Tiago Miranda.

3. Um dicionário que pelo(s) visto(s) fazia falta
As cartas de amor são ridículas e, pior, podem estar ridiculamente erradas. A nosso pedido, Manuel Monteiro, autor do "Dicionário de Erros Frequentes da Língua", escreveu um bilhete de amor. Leia o bilhete, tente encontrar os erros (não é fácil) e vá até ao final do artigo para conferir a forma correta de escrever o tal bilhete de amor. Tenho saudades tuas? Ou será tenho saudades de ti? De qualquer forma, espreite o tema escrito pela Christiana Martins.

4. Menos seis mil empregos, menos crédito, menos lucros, mais prejuízos
Este título é uma espécie de galeria de horrores. A galeria de horrores do que foi a banca portuguesa (enfim, do que foi a banca mundial) nos últimos seis ou sete anos, desde a crise desencadeada com a falência do americano Lehman Brothers. A Isabel Vicente e a Sónia Lourenço arregaçaram as mangas e foram olhar para o que mudou no setor financeiro no nosso país. Ficámos com isso a saber que de 2008 a 2014 foram eliminados em média mais de mil postos de trabalho por ano. Com prejuízos em vez de lucros, a banca emagreceu. Cortou no crédito, vendeu ativos, reforçou o capital, muitas vezes com a ajuda do Estado.

5. "Um passeio entre amigos"
Sob uma chuva torrencial, há precisamente 40 anos, um marinheiro português arriava pela última vez a bandeira que marcava a presença colonial no Índico. Moçambique tornou-se independente, a maioria dos portugueses retornou à metrópole e o alto-comissário, almirante Vítor Crespo, trouxe consigo o estandarte nacional que o Expresso encontrou no Museu Militar de Lisboa. Mas antes disso, houve negociações, abraços, tensões raciais e êxodos que marcaram para sempre a história dos dois países. Leia o texto que resulta da investigação de José Pedro Castanheira e Iryna Shev. Quer já tenha ido a Moçambique, quer nunca tenha lá posto os pés. Afinal, é um bocadinho da nossa história recente comum que é aqui contada.

6. "E agora, para algo completamente diferente..."
John Cleese é um dos seis membros dos Monty Python, possivelmente o mais revolucionário grupo de humoristas dos tempos modernos, lançou uma autobriografia cuja versão em português chega agora às livrarias, com prefácio de Ricardo Araújo Pereira e intitulada "Ora, como eu dizia...". O texto da Katya Delimbeuf conta alguns dos episódios da vida de Cleese. Ficamos a saber que o próprio se considerava um "xoninhas" nos tempos de escola. Que o seu nome era John Cheese e foi mudado quando foi para a tropa por causa do bullying constante. Que tem alta pancada com lemures. E que gostava de passar a ser "Jack Cheese, o artista anteriormente conhecido como John Cleese".

7. Um russo à frente da Filarmónica de Berlim
A Luciana Leiderfarb é por aqui na redação do Expresso a especialista em música clássica (a par do Henrique Monteiro, claro). Esta semana escreveu um texto que é sobre musica clássica. Mas que é muito mais do que um texto sobre música clássica. É a fantástica e surpreendente história de uma orquestra, a Filarmónica de Berlim, que é a mais temida do mundo (já foi dirigida por Karajan) e que escolheu o seu novo responsável pelo voto direto de 128 músicos que a compõem. O processo de eleição assemelha-se ao conclave dos bispos para escolha do chefe da Igreja Católica. Não passe sem ler esta reportagem.

Por hoje é tudo,
Tenha um grande fim de semana

legislação [educação]... confirmando, tão só... no dre...!

Diário da República n.º 123/2015, 3º Suplemento, Série II de 2015-06-26 


Data de Publicação:2015-06-26
Data de Disponibilização:2015-06-26
Número:123
Série:II
Suplemento:3


Ministério da Educação e Ciência - Gabinetes dos Secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário 

Determina o Calendário Escolar e o Calendário de realização das provas finais do ensino básico, do Preliminary English Test, dos exames finais nacionais do ensino secundário, das provas de equivalência à frequência e de afixação dos respetivos resultados para o ano escolar de 2015-2016

coisas da educação [daquilo que nos interessa]... o calendário escolar [comunicado do governo]... via portal do governo...!

2015-06-26 às 18:29

CALENDÁRIO ESCOLAR PARA O ANO LETIVO DE 2015/2016

Foi enviado para publicação em Diário da República o Despacho que aprova o Calendário Escolar para o ano letivo de 2015/2016. Este é um documento indispensável à planificação das atividades a desenvolver por cada escola e à organização da vida familiar de cada aluno.
De acordo com o despacho, as atividades letivas iniciam-se entre 15 e 21 de setembro. No âmbito da sua autonomia, cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada determina o inicio das atividades dentro daquele período. O 1.º período prolonga-se até 17 de dezembro. O 2.º período decorrerá entre 04 de janeiro e 18 de março de 2016. Assim, estão determinadas as seguintes interrupções letivas: 18 de dezembro a 31 de dezembro, de 08 a 10 de fevereiro, e de 21 de março a 01 de abril. O terceiro período inicia-se a 04 de abril. As atividades letivas terminam a 03 de junho para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade. Para os alunos do 1.º ao 8.º anos e do 10.º ano terminam a 09 de junho e para o pré-escolar a 01 de julho. Procurou-se com este calendário equilibrar a duração dos três períodos letivos.
Para os alunos dos 4.º e 6.º anos que venham a ter acompanhamento extraordinário, este prolonga-se até 12 de julho.
O despacho aprova também o calendário das Provas Finais dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, do Preliminary English Test (PET) e dos Exames Nacionais do Ensino Secundário de 2016. O propósito da avaliação externa é verificar os conhecimentos e capacidades apreendidos pelos alunos, certificar o nível por estes alcançado, estimular o alcance dos objetivos curriculares e regular o grau de exigência do ensino, de acordo com as metas curriculares e programas estabelecidos.
Especificamente, as Provas Finais têm como objetivo essencial incentivar os alunos para que atinjam o nível necessário ao prosseguimento seguro dos estudos no ciclo seguinte. Nos 1.º e 2.º ciclos, as duas fases foram distanciadas temporalmente para que os alunos possam beneficiar do período de acompanhamento extraordinário. Este período destina-se a alunos que manifestem especiais dificuldades, garantindo-lhes a ajuda necessária para que possam ultrapassá-las antes da segunda fase, colmatando deficiências de aprendizagem. Além do período de acompanhamento extraordinário, as escolas podem, desde 2012, desenvolver ao longo de todo o ano letivo medidas e atividades pedagógicas de promoção do sucesso escolar, mal sejam detetadas as primeiras dificuldades.
Os resultados da 1.ª fase das Provas Finais dos 1.º e 2.º Ciclos são divulgados a 21 de junho e os relativos ao 3.º ciclo a 12 de julho. As pautas da 1.ª fase dos Exames Nacionais do Ensino Secundário são afixadas a 13 de julho.
Durante o período que decorre a realização das Provas Finais e Exames Nacionais, as escolas devem adotar as medidas organizativas ajustadas para os anos de escolaridade não sujeitos a provas ou exames, de modo a garantir o máximo de dias efetivos de atividades escolares e o cumprimento de metas e programas das diferentes disciplinas.



legislação [geral]... 'capital humano'... no dre...!

Diário da República n.º 123/2015, 1º Suplemento, Série I de 2015-06-26 



Presidência do Conselho de Ministros 

Segunda alteração à Portaria n.º 60-C/2015, de 2 de março que adota o Regulamento Específico do Domínio do Capital Humano

a trabalhar no duro, por uns míseros 10 milhões [que vão aterrar]?... conselho de ministros [comunicado]... via portal do governo...!

2015-06-25 às 14:53

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 25 DE JUNHO DE 2015


1. O Conselho de Ministros aprovou o regime do subsídio de renda a atribuir aos arrendatários com contratos de arrendamento para habitação, celebrados antes de 18 de novembro de 1990, em processo de atualização de renda, bem como o regime de determinação do rendimento anual bruto corrigido.
Esta medida, que se encontrava prevista na reforma do arrendamento promovida em 2012, define o regime de subsídio de renda a atribuir aos referidos arrendatários habitacionais, após o período transitório de 5 anos estipulado no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) ou após o período de faseamento de renda de 10 anos, estabelecido na versão originária do NRAU, e cujos arrendatários invocaram, no âmbito do processo de atualização da renda, rendimentos do agregado familiar inferiores a 5 retribuições mínimas nacionais garantidas.
De acordo com o NRAU, os arrendatários ficam sujeitos a um regime especial se invocarem perante o senhorio, no processo de atualização da renda, uma idade igual ou superior a 65 anos, uma deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60% ou uma situação de debilidade económica, correspondente a um rendimento anual inferior a 5 retribuições mínimas nacionais garantidas.
Nestes casos, a lei garante que os contratos não podiam ser denunciados pelo senhorio, fixando-se, agora, o apoio social de que estes arrendatários podem beneficiar, no final do referido período transitório, que só ocorrerá em 2017.
O regime contempla um subsídio de renda que poderá assumir duas modalidades, sendo a opção do arrendatário: um subsídio para o arrendamento em vigor, o qual permitirá aos arrendatários manter o contrato de arrendamento e a sua residência atual; ou, em alternativa, um subsídio para um novo contrato de arrendamento.
O subsídio tem o valor do diferencial entre a nova renda e a renda que pode ser suportada pelo arrendatário com base no seu rendimento, e não é atribuído aos arrendatários que sejam proprietários de outra habitação no mesmo concelho, ou em concelho limítrofe ou, ainda, na mesma área metropolitana do locado, desde que o imóvel seja adequado a satisfazer o fim habitacional do agregado e não constitua residência permanente de terceiros.
2. O Conselho de Ministros aprovou o Programa de Mobilidade Sustentável para a Administração Pública 2015-2020 – ECO.mob.
O ECO.mob tem como objetivo melhorar a eficiência económica e desempenho ambiental das deslocações associadas à Administração Pública.
O Programa visa igualmente a promoção da mobilidade elétrica.
Prevê-se uma significativa redução de impactes ambientais, bem como uma redução de custos na ordem dos 50 milhões de euros, no horizonte 2015 – 2020.
O programa assenta em três grandes eixos de atuação: gestão da mobilidade, tecnologia e comportamentos.
É criada a Plataforma para a Mobilidade Sustentável na Administração Pública, a Plataforma ECO.mob, que tem como função acompanhar a execução do Programa ECO.mob.
3. O Conselho de Ministros aprovou o Quadro Estratégico para a Política Climática (QEPiC), que inclui o Programa Nacional para as Alterações Climática e a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas, determinando os valores de redução das emissões de gases com efeito de estufa para 2020/2030.
É também aprovada a criação da Comissão Interministerial do Ar e das Alterações Climáticas.
O QEPiC concretiza o Compromisso para o Crescimento Verde na sua dimensão de promoção de uma economia resiliente aos efeitos das alterações climáticas, competitiva e de baixo carbono.
Estes instrumentos inserem-se numa nova geração de políticas ambientais, que assumem as alterações climáticas como uma prioridade, requerendo a articulação com outros sectores, desde a energia aos transportes, bem como o empenhamento dos cidadãos.
De acordo com o Climate Change Performance Index (CCPI 2015) Portugal é o 4.º país com melhor desempenho em matéria de ação climática, numa lista de 58 países que no total são responsáveis por mais de 90% das emissões de gases com efeito de estufa.
Esta nova política climática, traduzida também na reforma da fiscalidade verde e no compromisso para o crescimento verde e nos novos fundos do Portugal 2020, tem como ambição reforçar a liderança de Portugal e promover a transição para uma economia de baixo carbono, permitindo gerar mais riqueza e emprego e contribuir para o crescimento verde.
4. O Conselho de Ministros aprovou a alteração da Lei Orgânica do Ministério da Defesa Nacional (MDN), transferindo as atribuições em matéria de turismo militar da Secretaria-Geral para a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional.
O Conselho de Ministros aprovou os diplomas regulamentares relativos às orgânicas da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, da Direção-Geral de Política de Defesa Nacional, da Inspeção-Geral da Defesa Nacional, da Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional e do Instituto de Defesa Nacional.
Estas alterações enquadram-se no novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) e na Reforma Defesa 2020, que definiram as orientações políticas para a implementação da reforma estrutural na defesa nacional e nas Forças Armadas.
No âmbito desta reforma, a nova orgânica do Ministério da Defesa Nacional visa a simplificação e otimização dos serviços, mantendo como referencial a racionalização das estruturas orgânicas da Administração Pública e do seu modo de funcionamento, à luz dos objetivos de modernização administrativa, melhoria de funcionamento, economia de meios e redução da despesa pública.
Nesse sentido, foi aprofundada a reorganização dos serviços centrais, através da criação da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, resultante da fusão da Direção-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar com a Direção-Geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa, e foram reforçadas as atribuições da Direção-Geral de Política de Defesa Nacional e da Secretaria-Geral do MDN.
5. O Conselho de Ministros aprovou a orgânica do Estado‑Maior‑General das Forças Armadas (EMGFA), a orgânica do Exército, a orgânica da Marinha e a orgânica da Força Aérea.
Estas alterações enquadram-se também no novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) e na Reforma Defesa 2020, que definiram as orientações políticas para a implementação da reforma estrutural na defesa nacional e nas Forças Armadas.
Compete ao Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas dirigir as unidades, estabelecimentos e órgãos colocados na sua dependência, bem como definir a organização interna das unidades, estabelecimentos e órgãos do EMGFA, pelo que o diploma agora aprovado estabelece apenas a organização e competências das estruturas principais do EMGFA.
6. O Conselho de Ministros aprovou o regime remuneratório aplicável aos militares dos quadros permanentes e em regime de contrato e de voluntariado dos três ramos das Forças Armadas, adaptando a tabela remuneratória e as equiparações para efeitos de atribuição do abono por despesas de representação à nova estrutura orgânica das Forças Armadas.
A nova estrutura orgânica das Forças Armadas permite uma melhor articulação entre os seus ramos e uma maior eficiência na utilização de recursos, privilegiando a componente operacional.
Tendo sido introduzidas alterações significativas no elenco dos cargos e funções da estrutura orgânica Estado-Maior-General das Forças Armadas, bem como dos ramos das Forças Armadas, é necessário proceder a uma atualização do regime referido tendo em vista o desenvolvimento da promoção ao posto de comodoro ou brigadeiro-general e a criação do posto de cabo-mor, de acordo com o previsto no Estatuto dos Militares das Forças Armadas.
7. O Conselho de Ministros aprovou o regime de contrato especial para prestação de serviço militar, fixando o limite etário máximo legalmente admissível para ingresso nesta forma de prestação de serviço dos capelães destinados ao Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas e das Forças de Segurança.
É fixado em 34 anos de idade o limite etário máximo para ingresso naquela forma de prestação de serviço militar dos capelães.
8. O Conselho de Ministros aprovou o sistema de gestão e controlo dos fundos europeus do Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, no domínio dos assuntos internos.
Visando a execução do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI) e do Fundo para a Segurança Interna (FSI), este quadro financeiro é aplicável a ações respeitantes à gestão de fluxos migratórios e a fronteiras, vistos e à cooperação policial, envolvendo, nesta última vertente, para além do Ministério da Administração Interna, o Ministério da Justiça.
O FSI e o FAMI substituem, respetivamente, os programas financeiros Prevenir e Combater a Criminalidade e Prevenção, Preparação e Gestão das Consequências em Matéria de Terrorismo e Outros Riscos Relacionados com a Segurança e o Programa‑Quadro Solidariedade e Fluxos Migratórios, que apoiavam projetos no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual 2007-2013 para a área da justiça e assuntos internos, relativamente aos quais existe elegibilidade de despesas até junho de 2015.
9. O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de resolução sobre o Protocolo de alteração à Convenção Europeia para a Repressão do Terrorismo, em matéria de cooperação judiciária.
O Protocolo visa intensificar a cooperação jurídica e judiciária internacional para enfrentar o terrorismo, reforçando-se a prevenção e o combate ao terrorismo.
Trata-se de uma atualização da Convenção Europeia para a Repressão do Terrorismo, ratificada por Portugal em 1981.
10. O Conselho de Ministros aprovou uma alteração ao regime de contratação, por parte dos municípios e das escolas, de técnicos devidamente habilitados a prestar funções no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) do 1.º ciclo.
Esta alteração irá permitir aos municípios a constituição de parcerias para a concretização das Atividades de Enriquecimento Curricular.
11. O Conselho de Ministros aprovou o diploma que estabelece regras comuns para o mercado interno de eletricidade.
Trata-se de uma alteração que tem como objetivo continuar a garantir a sustentabilidade do Sistema Elétrico Nacional, e alisar a trajetória de eliminação da dívida tarifária, objetivo que tem vindo a ser cumprido e se encontra em fase de plena execução.
12. O Conselho de Ministros aprovou a permissão para, no mercado da cabotagem insular, os armadores com navios de registo MAR possam beneficiar na íntegra do seu regime legal, em substituição do regime do registo convencional.
Assim, no mercado da cabotagem insular, os armadores com navios registados no MAR passam a beneficiar na íntegra do seu regime legal, no que respeita à constituição das tripulações, às remunerações mínimas previstas no acordo coletivo de trabalho e ao regime de segurança social e fiscal, o que se afigura mais vantajoso e competitivo.
13. O Conselho de Ministros aprovou um diploma que assegura a execução e garante o cumprimento das obrigações decorrentes do regulamento da União Europeia relativo à colocação dos produtos fitofarmacêuticos no mercado, revogando duas diretivas da União Europeia.
A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) é a autoridade competente a nível nacional para assegurar a coordenação e a execução técnica e administrativa relativas à avaliação de substâncias ativas e à concessão de autorização, para a colocação no mercado dos produtos fitofarmacêuticos e dos adjuvantes de produtos fitofarmacêuticos, sua alteração, renovação ou retirada.
14. O Conselho de Ministros aprovou a nomeação da vice-presidente do conselho de administração da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
O lugar de vice-presidente do conselho de administração da CMVM estava por preencher desde o passado de 1 de março, pelo que se tornava necessário proceder à designação de um novo elemento para aquele lugar.
A designada foi previamente ouvida na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública da Assembleia da República, no passado dia 5 de junho.
A Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública pronunciou-se favoravelmente sobre esta nomeação.

continuando o dia... com a devida correcção...!




no expresso em linha...


"Exigências de Angola e Moçambique sobre o Acordo Ortográfico (AO) obrigaram à alteração da ata final da XIV Conferência dos Ministros da Justiça da CPLP, em Díli, para incluir, ao longo de todo o texto, as duas grafias.
Esta foi a solução encontrada depois de um debate que incluiu referências múltiplas à "língua de Camões" e até a análise etimológica da palavra "ata", que o representante da Guiné-Bissau disse poder suscitar uma interpretação alternativa "de atar pessoas".
A solução, proposta pelo ministro da Justiça de Cabo Verde, foi necessária para evitar a alternativa defendida inicialmente pelos representantes de Angola e Moçambique: duas atas, uma na grafia do AO e outra na grafia pré-AO.
Essa posição foi rejeitada por Portugal, Cabo Verde, Brasil e São Tomé e Príncipe, que consideraram que essa alternativa não faria sentido numa comunidade que fala a mesma língua, sendo prejudicial porque daria 'armas' aos que contestam a CPLP.
O representante do secretariado executivo da CPLP recordou, por seu lado, que o critério usado até aqui nas cimeiras de Chefes de Estado e de Governo e nos encontros setoriais da comunidade tem sido de recorrer à grafia usada no país onde decorre a reunião.
Nesse caso, e a manter-se esse critério, a ata final da reunião de Díli seria feita com a grafia do AO, que já foi ratificado por Timor-Leste. 
A polémica marcou a sessão de encerramento da XIV Conferência quando os representantes nacionais se preparavam para aprovar o texto das 17 páginas da ata final do encontro, que passou a incluir a grafia do AO como base e a grafia pré-AO entre parenteses.
O debate começou quando estava para ser lida a ata final, tendo o secretário de Estado dos Direitos Humanos angolano, António Bento Bembe, afirmado que Angola ainda não tinha ratificado o AO, questionando por isso o seu uso no texto.
"A questão aqui não é como falamos, mas como escrevemos. Quando a forma ortográfica muda, as palavras não significam a mesma coisa", disse António Bento Bembe.
"Uma vez que se chega a este acordo na base do consenso, não posso assinar este documento que não está escrito da forma que se fala em Angola. Camões não escreveu assim", disse. 
A posição foi ecoada pelo ministro da Justiça de Moçambique, Abdurremane Lino de Almeida, e pelo representante da Guiné-Bissau, tendo o secretário de Estado da Justiça português, António Manuel da Costa Moura, afirmando que a decisão deveria caber a Timor-Leste, já que a ata foi escrita em Díli.
"Ter duas atas seria um prato de lentilhas para quem quisesse explorar divergências sobre a língua numa comunidade que fala português. Percebo a questão e tenho até uma opinião pessoal. Mas ter duas versões de uma mesma língua, de uma reunião, de uma comunidade, que fala uma língua não será muito boa ideia", disse Costa Moura.
Também o ministro da Justiça de Cabo Verde, José Carlos Lopes, e o de São Tomé e Príncipe, Roberto Pedro Raposo, questionaram a opção das duas atas, propondo um voto ou a definição, pela presidência, do critério a seguir.
"Independente do respeito que tenho pelas pessoas que ainda não ratificaram o AO, ter duas atas é contraditório. Falamos a mesma língua", disse Raposo, sugerindo que a ata incluísse uma nota a recordar os países que ainda não ratificaram o AO.
Guiné-Bissau, Angola e Moçambique manifestaram a sua oposição à versão com AO, insistindo que o documento "tem que ser apreciado superiormente", com o responsável moçambicano a referir casos, no passado, em que responsáveis governativos devolveram documentos "mal escritos" porque vinham na grafia do AO.
"Conhecendo esta realidade, não posso levar isto, este documento escrito assim. Se prevalece a assinatura da ata, que seja de acordo com a velha língua portuguesa - não temos como apresentar isso às autoridades", disse Abdurremane Lino de Almeida.
Depois de um debate de quase 30 minutos, o impasse acabou por ser resolvido com uma solução invulgar: duas grafias no mesmo texto, ignorando apelos dos que, como o representante do Brasil, recordaram que no passado sempre houve só uma ata. "Até no recente encontro dos ministros da Educação", disse Isulino Giacometi Junior, representante brasileiro.
A ata acabou por referir, no seu próprio texto, a oposição de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique à grafia do texto e a decisão, depois de debate, "que se aplicariam ambos os critérios em simultâneo"."

o roteiro da actualidade [capas e destaques] em fim-de-semana...

nota:
esta apresentação não corresponde a qualquer critério editorial ou hierarquia, logo não foi editada salvo no tipo de letra, e é a transcrição exacta da mensagem de comunicação [quando exista], tal como é recebida, exceptuando a informação das publicações desportivas.
acresce a edição pessoal de algumas capas, quando disponíveis e que não constam da respectiva mensagem ou estão desfasadas nas datas [estas não estão torneadas a negro como, normalmente, as da mensagem original].
via jornais do dia.



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As agências noticiosas já começaram a dar imagens do local onde aconteceu o atentado terrorista desta manhã, em Saint-Quentin-Fallavier. A confusão no local é imensa.


no observador...